Alta Definição
Entrevistas intimistas conduzidas por Daniel Oliveira. Todas as semanas um novo convidado no 'Alta Definição', um programa da SIC
Veja a versão vídeo deste programa em Opto.sic.pt
Último episódio
Dina Aguiar: “Orgulho-me de ter uma carreira limpa, de não ter cedido a tentações. Tive convites políticos, mas fui sempre fiel ao público” (24.01.2026)
Episódios anteriores
- Carlos M. Cunha: “Quando não tens nada, não tens nada a perder. Foi quando me senti mais livre, não ser escravo de coisa nenhuma. Esse foi o maior ensinamento que tive”
- Morte em Nova Iorque - Lado A: oiça a estreia de Júlia Pinheiro em “Aqui Há Crime”
- ”Houve alturas em que tinha €20 para ir ao supermercado e não deixava de estar tudo impecável. Os meus filhos disseram-me: 'Nós não demos por nada'"
- Aqui Há Crime: oiça o trailer do novo podcast de Júlia Pinheiro
- Júlio Isidro: “Eu acho que sou um pai conservador, não nego isso, mas aprendi a gostar da Taylor Swift”
- João Manzarra: “Penso no meu pai quando preciso de coragem, em momentos sem aviso e em todo e qualquer pôr do sol”
- Rodrigo Costa: “As pessoas dizem que os meus olhos falam, mas, neste momento, acho que estão felizes e contentes por estar aqui”
- João Miguel Tavares: “Gosto de conchinha e de adormecer em conchinha, o que prova que sou um verdadeiro romântico“
- Vicente Gil: “O pelo na venta, a garra, o questionamento sobre o mundo. Estas são as coisas mais bonitas que há em ser cigano”
- Matias Damásio: “Quando o Matias está bem disposto e dá um abraço, é como se tivesse ganho o Euromilhões”
- Paulo Raimundo: "Desafiei o Presidente da República a dar uma medalha aos bombeiros da Moita. Já fizeram 15 partos em ambulâncias"
- Mariana Cardoso: “Na minha infância escondia o que se passava comigo, mentia muito bem. Comecei a ter vários problemas de saúde mental, a ficar sem cabelo”
- Bonga: “Nós, africanos, celebramos tudo. Quando morrer, porque não celebrar? Cantem as minhas músicas, as músicas do cantor da alegria”
- Joaquim de Almeida: “A minha carreira nunca foi importante para a minha filha Ana. Ela ficou um bocadinho magoada de eu não estar presente”
- Homenagem a Francisco Pinto Balsemão: ”Gostava de ter aprendido a tocar piano, a ler música e de ter talento para a poesia”
- Francisco Pinto Balsemão (1937-2025): “Daqui a 200 anos serei provavelmente uma nota de pé de página. Não vale a pena termos temos grandes ilusões”
- Francisco Pinto Balsemão (1937-2025): “O que está para trás é importante, naturalmente, mas o que interessa é sempre olhar para frente. Vale a pena explorar, abrir, entrar. Criar é muito importante”
- Mariana Cabral: “Ao mesmo tempo que vou para as profundezas do obscuro, também vejo o quão ridículo isso é. Mas é combustível para o meu trabalho”
- Eduardo Sá: “Ensinei toda a minha vida o sistema nervoso. Quando desmaiei e tive o azar de fraturar a coluna percebi o que tinha em mãos, fiquei absolutamente imóvel”
- Lena D'Água: “Fechei as portas à doença mental, foram nove anos de consumo de droga. 'Fumei' o meu apartamento”
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