
O Tal Podcast
Um espaço onde cabem todas as vidas, emocionalmente ligadas por experiências de provação e histórias de humanização. Para percorrer sem guião, com autoria de Georgina Angélica e Paula Cardoso.
Episódios
Assunção Fernandes: “Agradeço ao universo por esta visão que tenho. Não demoro muito ao pé das pessoas para perceber aquilo de que a comunidade precisa”
Maria Assunção Fernandes Lopes Tavares, mais conhecida como “São”, nasceu em Fundura, no interior da ilha de Santiago, em Cabo Verde, e emigrou para Portugal com 22 anos. A convidada deste episódio d’“O Tal Podcast” cresceu numa família onde o serviço à comunidade fazia parte do quotidiano – os pais eram catequist
Wilds Gomes: “Poderíamos ser todos melhores humanos se tivéssemos terapia por cada indivíduo que está aqui nessa terra”
Jornalista, apresentador, gestor de marca e autor do livro infantil “A girafa do Noah”, Wilds Gomes é o convidado desta semana d’ “O Tal Podcast”. Natural de São Tomé e Príncipe, veio para Portugal quando tinha apenas 4 anos, e desde sempre se viu rodeado de afectos, razão pela qual se confessa “uma pessoa de amor”, com f
Victória Pauferro: “Estava na fila da escola para lanchar e um menino disse que a minha amiga era burra. Eu disse que não, e ele falou: ‘Cala a boca macaca’. Decidi fazer uma app para ajudar pessoas que sofrem preconceitos”
Victória Vasconcelos Pauferro tem apenas 11 anos, mas já passou pela Faculdade de Ciências Tecnológicas de Lisboa, para apresentar o jogo "Aventuras com a Zoom Boom", que criou para combater preconceitos e todas as formas de discriminação. Sempre a pensar na inclusão, a convidada deste episódio de “O Tal Podcast” juntou-se &a
Ana Martins: “Sempre vi a minha mãe e a minha avó a correrem riscos e irem atrás de coisas em que as pessoas diziam: ‘Não podes. Isto não é para ti’. Então, eu sempre quis ser mais”
Empreendedora, fundadora da Mella Supply e co-fundadora do The Fam Kitchen Group, Ana Martins constrói pontes dentro da comunidade negra, com foco na promoção de uma maior representatividade e solidariedade. Neste episódio de “O Tal Podcast”, a convidada de Georgina Angélica e Paula Cardoso revisita o percurso que a levou da diplomacia à restau
Marco Mendonça: “O humor é uma porta de entrada para um lugar de empatia, escuta, compreensão. Ou mesmo que não seja compreensão, de respeito”
Em 2024 criou, encenou e interpretou o espetáculo “Blackface”, a partir de uma velha prática racista. No ano seguinte, juntou a direção artística ao currículo, com “Reparations, Baby!”, peça que usa um concurso de TV para debater reparações históricas. Agora planeia um musical ‘fora de tom’, e
Raquel Lima: “Tendo um filho, é importante ele sentir que estou bem. Não dá para reproduzir a mãe estressada. Quero muito estar bem e feliz à volta dele”
Poeta, investigadora, arte-educadora e ativista, Raquel Lima é a primeira intelectual portuguesa, angolana e são-tomense galardoada com o Prémio Emma Goldman, recebido no último mês de março, em Viena de Áustria. A experiência, conta neste episódio de “O Tal Podcast”, permitiu-lhe refletir sobre merecimento, autocuidado e lit
Ângelo Delgado: “A nacionalidade não vale por si só. Tens que ir provando que tens os mesmos hábitos. É aí que está a validação. Não é o bilhete de identidade”
Nascido em Portugal em 1981, ano em que a Lei da Nacionalidade entrou em vigor, o escritor Ângelo Delgado reflecte, neste episódio de “O Tal Podcast”, sobre a relação entre documentos e acolhimento. “Cresci num país que me via como alguém diferente”, diz o autor do romance “Foi o Preto”, obra lançada no iníc
Cirila Bossuet: “O meu trabalho é emprestar o meu corpo. Tudo que eu tenho, eu dou”
Nomeada para os Prémios Sophia 2026, marcados para o próximo dia 15 de maio, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, Cirila Bossuet vai disputar a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, pela interpretação no filme “Banzo”, de Margarida Cardoso. A indicação, logo na sua primeira experiência no cinema português, evidencia a imp
Rita Évora dos Santos: “Uma coisa que as mulheres têm é empatia. A minha mentora, que me trouxe às finanças sistémicas, diz: cada mulher que encontro traz-me notícias de mim”
Licenciada em Gestão, e empresária há mais de uma década, Rita Évora dos Santos transformou as aprendizagens num programa de mentoria exclusivo para mulheres, e focado em finanças sistémicas. Uma abordagem que desenvolve a partir do entendimento de que “o dinheiro é emoção”, conforme partilha neste episódio de
Marco Aurélio Mendes: “As lideranças estratégicas cada vez mais serão entregues a mulheres. Isto é uma revolução que África irá viver nos próximos anos”
O convite para pisar o palco da TEDxLuanda deu um novo rumo à vida de Marco Aurélio Mendes. Filho de angolanos, nascido no Algarve, o gestor e empreendedor conta, neste episódio de “O Tal Podcast”, o que o levou a trocar Portugal por Angola, há quase 15 anos. Nesta conversa, recorda também como sobreviveu a uma malária muito grave, encontrou na
Aoaní: “O sonho americano é um pesadelo. Vivia em estado de alerta 24 sobre 24 horas. Estou a falar principalmente da questão racial”
Em vésperas de subir ao palco com a peça “Kabeça Orí”, que estará em cena no Teatro São Luiz, em Lisboa, de 11 a 18 de abril, Aoaní revela, neste episódio de “O Tal Podcast”, como a representação sempre fez parte dos sonhos de infância, igualmente povoados de aspirações jornalís
Didi: “Nos meus quase oito anos de Portugal, tive chances de viajar pelo interior e entender que podemos ser muito parecidos diante das nossas diferenças do que imaginava”
DJ e artista multidisciplinar, Diego Cândido, mais conhecido como Didi, tornou-se uma referência da cultura negra, queer e imigrante de Lisboa, onde aterrou depois de vários voos internacionais, que encontraram em Nova Iorque um destino de expansão identitária. Hoje coletivamente alicerçado nas “Afrontosas” e na “União Negra das Arte
Episódio Especial ao Vivo: “Quando temos filhos estamos condenados a ter esperança. Tenho esperança em que se este planeta prevalecer ainda teremos pessoas que possam fazer a diferença”
No Dia Internacional e Nacional para a Eliminação da Discriminação Racial, assinalado no último sábado, dia 21, o “O Tal Podcast” aceitou o convite da Casa Capitão, em Lisboa, para se juntar a um dia de reflexão, com a gravação de um episódio especial. Ao vivo, com a participação do públic
Cláudio Gonçalves: “Pessoas de sucesso nos bairros sociais há muitas, que conseguiram vencer e sair. Só que é necessário que voltem atrás e digam: vou ensinar, empoderar os outros para conseguirem também”
Manequim com carreira internacional, que tem no currículo campanhas para gigantes da moda, como Dolce&Gabbana, Gucci, Prada e Louis Vuitton, Cláudio Gonçalves não esquece de onde veio. “Os bairros sociais e as comunidades imigrantes foram o planeta onde cresci e o princípio de tudo”, conta neste episódio de “O Tal Podcast”, em q
Kai Fernandes: “O contraste entre o meu corpo feminino, de mulher biológica, com esta expressão da masculinidade define-me muito bem”
Vislumbrou na Psicologia uma tábua de salvação da própria dor e acabou frustrado, admite Kai Fernandes, o convidado desta semana de “O Tal Podcast”. Entretanto reconciliado com a sua área de estudos, o psicólogo percebeu, a partir do início da prática clínica, que teria de se ajudar para conseguir ajudar. Das feridas da ado
Amina Bawa: “Falo, brincando e com muita humildade, que nós brasileiros viemos do futuro. Tudo o que Portugal vai passar [politicamente], a gente já viu”
Enquanto o Brasil vivia o conturbado processo de afastamento da então Presidente Dilma Rousseff, Amina Bawa encontrava, em Portugal, uma espécie de “oásis” político. Estávamos em 2016, e o mestrado em Cultura e Comunicação abria as portas para uma nova casa. Dez anos depois da mudança, a jornalista e produtora cultural partilha, n
Ana Josefa Cardoso: “Na escola, não aprendemos só a ler, a escrever e a contar, porque o professor não ensina só o que sabe, também ensina o que é”
Aos cinco anos, na pré-primária, em Cabo Verde, Ana Josefa Cardoso tinha dores de barriga só de pensar em falar português. Hoje faz do ensino da ‘língua de Camões” profissão, enquanto mantém vivo o idioma materno. “A língua que une efetivamente todos os cabo-verdianos é o crioulo”, sublinha neste epis&oacu
ROD: “O futuro é queer. Queer é esse confronto, esse contraste, essa luta sem fim, essa tentativa de desencaixar de expectativas, de ter 50 anos, mas parecer ter 20”
Saiu de casa dos pais ainda criança, para estudar numa cidade maior, onde morou com os tios até começar a viver sozinho, quando tinha apenas 14 anos. Hoje com cinco décadas de história, Rodrigo Saturnino, ou simplesmente ROD, conta, neste episódio de O Tal Podcast, como os seus primeiros anos de vida se inscrevem numa trajetória “mais comum do
Carlos Lopes: “É um orgulho tremendo ter amigos há quase 50 anos. Há um núcleo muito forte de partilha, amor, irmandade”
Filho de cabo-verdianos, nascido em Lisboa em 1976, Carlos Alberto Monteiro Lopes gravou no corpo, como assinatura de identidade, a frase “Blood of a Slave, Heart of a King”. Em português: “Sangue de pessoa escravizada, coração de rei”. As palavras, explica o convidado desta semana de “O Tal Podcast”, devem ler-se como uma homenagem aos seus
Ao vivo no PodFest: Lei da Paridade, Consulta Aberta e O Tal Podcast
Veja também em youtube.com/@45_graus Maria Castello Branco é comentadora política e cronista, e é autora do podcast "Lei da Paridade”, juntamente com Leonor Rosas e Adriana Cardoso. Paula Cardoso e Georgina Angélica são comunicadoras e autoras de conteúdos, e autoras do "O Tal Podcast”. Margarida Santos é médica de fam&ia
Margarida Valença: “Vivemos num mundo que valoriza as grandes figuras, os grandes eventos. A História é feita das pequenas estórias do dia-a-dia, e das pessoas que são completamente invisíveis no espaço público”
Ciência Política ou Engenharia do Ambiente? Dividida entre as duas licenciaturas, Margarida Valença precisou apenas de três meses para descartar a segunda opção. Apesar do gosto pelas cadeiras de Biologia, Química ou Física, a convidada deste episódio de “O Tal Podcast” conta que o curso não lhe despertava paixã
Silvania de Barros: “Trabalhar o silêncio e a solitude é ótimo. Mas no início fiquei a pensar: será que me estou a esconder de algo? Somos ensinados a estar sempre com pessoas”
Entre a calma de São Tomé e Príncipe, onde nasceu e cresceu, e a agitação da vida que encontrou em Portugal, há mais de uma década, Silvania de Barros recorda, neste episódio de “O Tal Podcast”, como lidou com esse contraste de realidades. “Venho de uma cidade pequena, e não me sentia preparada para viver em Lisboa. E
Ismael Santos: “Com o fim da minha relação, dei por mim como se tivesse falhado como homem. Porque tinha uma responsabilidade, filha, companheira, casa. Tínhamos planos”
Inglaterra substituiu o Exército nos planos de vida de Ismael Santos. Atraído pela possibilidade de um percurso académico que em Portugal não vislumbrava, o convidado deste episódio de "O Tal Podcast" conta como se desencantou com a via militar, e partiu à aventura para Londres, destino que trouxe um “grande abre-abrolhos”: a formaç&atil
Cleo Diára: “Digo a mim mesma: tu és uma reparação histórica. Porque havia momentos em que os nossos não podiam entrar pela porta da frente, quanto mais sentar à mesa”
Presença confirmada no programa europeu de talentos "Shooting Stars" – que vai decorrer durante o 76.º Festival de Cinema de Berlim, de 12 a 22 de fevereiro –, Cleo Diára continua a firmar créditos internacionais, depois de vencer o prémio de melhor atriz na secção Un Certain Regard, do Festival de Cannes, pela interpretação
Miguel de Barros: “A combinação entre a falta de consciência histórica, o vedetismo e a mercantilização das relações está a produzir seres egoístas”
Ainda não tinha 40 anos quando foi distinguido como a personalidade mais influente da África Ocidental, no mesmo ano de 2018 em que também recebeu o prémio humanitário Pan-Africano de Excelência em Pesquisa e Impacto Social. Hoje com 45 anos, Miguel de Barros, convidado deste episódio de ‘O Tal Podcast’, continua a somar distin&cced
Rita Cruz: “Ser uma boa pessoa é uma relíquia, ter em atenção o outro. Nós estamos num sítio de muito umbigo, fechados. Temos de procurar mais o outro”
Escreve, encena, interpreta e também canta. Artista para muitos espetáculos e produções, Rita Cruz está habituada a desdobrar-se entre o teatro, a televisão, o cinema e a música. “O problema é estar quieta”, diz a autora do single ‘Cuidado’, gravado com Dino d’Santiago. Além de nos apresentar esta sua novi
Carlos Andrade: “Preciso de fazer coisas em crioulo. Sinto que tenho uma responsabilidade com Cabo Verde, porque não há muitas pessoas a fazer conteúdos em crioulo”
Popularizado nas redes sociais, pela criação de conteúdos humorísticos em crioulo cabo-verdiano, Carlos Andrade, ou simplesmente ‘Artolash’, estende cada vez mais a sua influência digital aos palcos. Autor do espetáculo “Berdianos ka Konxi Limiti” (“Cabo-verdianos não conhecem limites”) – com o qual esgotou,
Mariana Gil (Parte 2): “Não represento ninguém. Apresento-me, e isso pode servir de representatividade, que são coisas diferentes”
Maria e Mariana Gil, mãe e filha, são as convidadas deste episódio de ‘O Tal Podcast’, para ouvir em duas partes. No final da primeira metade da conversa, que pode escutar aqui, estávamos prestes a conhecer uma das histórias que marcam um contínuo de embates étnico-raciais vividos pela família na escola, ponto de partida para a se
Maria Gil (Parte 1): “É muito cansativo educar os nossos filhos para uma militância permanente. Educá-los sobre um estado constante de vigilância é de uma violência enorme”
Mãe e filha, Maria e Mariana Gil são as convidadas deste episódio de O Tal Podcast, para ouvir em duas partes. Nesta primeira metade da conversa, Georgina Angélica e Paula Cardoso percorrem os afetos familiares, indissociáveis de uma herança coletiva de desafetos. “Há um projeto secular do anticiganismo, bem impresso na história em Port
José Baessa de Pina: “Não há trabalho precário. Há trabalhos mal pagos que tornam a pessoa precária”
No mesmo ano – 1976 – em que Portugal aprovava a sua Constituição, estabelecendo os direitos, liberdades e garantias fundamentais dos seus cidadãos, José Baessa de Pina nascia em território nacional, destituído dos mais elementares preceitos constitucionais. Filho de ex-contratados cabo-verdianos que, antes de serem mobilizados para Lisboa pelo
Telma Tvon: “A minha avó já era coach de desenvolvimento pessoal. Essa história de ‘tu é suficiente, magnífica, fantástica’ ela dizia-me a mim, aos meus primos e à minha irmã”
Desligada das redes sociais, por lhe darem mais dores de cabeça do que alegrias,Telma Tvon anda sempre acompanhada de pelo menos um par de livros. "Jogos da prisão", que estava a ler à data desta conversa com Georgina Angélica e Paula Cardoso, revirou-lhe intensamente as emoções, talvez por encontrar na escrita de Nana Kwame Adjei-Brenyah mais um retrato i
Bruno Furtado: “Colocam em causa a legitimidade do meu documento porque nasci em Santa Maria [no hospital] e sou cabo-verdiano. É como se fosse um gajo falsificado, como se não existisse”
Onze anos de prisão em quase 40 de vida dão a Bruno Furtado uma idade que não cabe em documentos. Mas são eles – os papéis – que marcam a sua história, já traduzida para o documentário “Complô”, que se estreia hoje, 20, nos cinemas de mais de uma dezena de cidades do país. A produção, assinad
Pedro Hossi: “As nossas cabeças são lugares violentíssimos e horríveis. Nós somos os nossos piores inimigos, somos extremamente duros connosco”
Às vezes em estúdios de televisão, outras nos palcos do teatro, e também pelos plateaux de cinema, Pedro Hossi veste e despe personagens há mais de duas décadas. Ator com formação no prestigiado Lee Strasberg em Nova Iorque, o também realizador conta, neste episódio de O Tal Podcast, como passou de “vadio” a &ld
REWIND - Paula Almeida
“Estejamos mais abertos para acolher as nossas crianças!”. Mais do que a expressão da sua experiência profissional e da vivência pessoal, as palavras de Paula Almeida refletem a sua consciência sobre a necessidade de um despertar comunitário. “A mulher negra sempre acolheu”, assinala nesta conversa, entre partilhas sobre a sua pr&oacut
Ana Paula Costa: “Migrar é também renascer de alguma forma, é ir-se reconstruindo. Tive o privilégio de construir boas relações interpessoais”
Presidente da Casa do Brasil de Lisboa, Ana Paula Costa conhece como poucos as políticas, práticas e leis da imigração, tema incontornável neste episódio de O Tal Podcast. “Estamos a viver um atentado a direitos conquistados”, lamenta a convidada de Georgina Angélica e Paula Cardoso, obstinadamente alicerçada nos valores de Abril.
REWIND - Ana Marta Faial
Sem tabus, a antiga modelo partilha a violência que sofreu na última relação, tão abusiva que chegou a temer pela vida.Ana Marta Faial foi distinguida como “Manequim do Ano”, em 1986. Até hoje reconhecida pelos dotes de passerelle, a ex-modelo tem colocado a sua experiência ao serviço da formação de novas gera&cc
Ana Paula Tavares: “Comecei a seduzir pela palavra. Era eu que fazia as redações dos colegas. Era uma forma de exercer poder”
Hoje celebramos a vida e a obra de Ana Paula Tavares, que neste 30 de Outubro festeja o 73º aniversário, depois de no passado dia 8 ter sido aclamada vencedora da 37.ª edição do prestigiado Prémio Camões. O reconhecimento literário da poeta e historiadora dá o mote para esta conversa com Georgina Angélica e Paula Cardoso, iniciada c
REWIND - Jonathan Ferr
Sem filtros, Jonathan Ferr fala sobre como a espiritualidade ajudou a dissipar o ceticismo e trouxe uma nova compreensão da vida, focada no processo, e não na ansiedade de resultados. Com uma visão única, Jonathan desconstrói ideias pré-concebidas sobre prosperidade e revela a importância de estar rodeado de pessoas que também vibram em a
Miguel Cardoso: “Se pusermos de lado o compromisso com o antirracismo, o que antes eram fantasmas e agora são pessoas, vai ganhar mais força”
De um lado estavam os que torciam pelo Benfica e, por isso, queriam batizá-lo de Eusébio, figura ímpar na história dos encarnados e do futebol nacional. Do outro, aqueles que preferiam o Sporting, e insistiam em chamar-lhe Jordão, à letra de um ilustre leonino, também celebrizado na seleção das quinas. Quando este empate entre rivais d
REWIND - Maria Gorjão Henriques
Estamos num cruzamento essencial”, nota Maria Gorjão Henriques, para quem “nunca foi tão urgente honrarmos o nome da raça humana”. Facilitadora de consciência sistémica, Maria sublinha: “Ou nos permitimos despertar para a humanidade em Nós, ou nos vamos perder”. Formada em Psicologia, Maria Gorjão Henriques consolidou ca
Ana Markl: “A menopausa traz uma grande libertação. Não estava a contar, mas devo dizer que é um conhecimento sobre mim que me faz sentir mais jovem”
A idade que temos coincide com aquela que sentimos ter? Envelhecer retira prazer sexual? Porque é que homens e mulheres andam tão zangados uns com os outros? O feminismo está sob ataque, enquanto as masculinidades tóxicas progridem? Neste episódio d’ O Tal Podcast - gravado ao vivo, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa, e com o tema “Ree
REWIND - Juninho Loes
O que o cabelo afro nos diz sobre a construção da identidade negra? Como nos podemos aprisionar ou libertar através das nossas raízes capilares?Juninho Loes, especialista em cabelos crespos, cacheados e ondulados, partilha experiências de renascimento e crescimento, vividas a partir de processos de aceitação, transformação e celebra&cce
Inocência Mata: “Tem de haver políticas linguísticas em África que promovam as línguas, mas não apenas como línguas folclóricas. Temos de transformá-las em línguas úteis, para se discutir, falar, conversar”
Na infância e na adolescência, vividas em São Tomé e Príncipe, Inocência Mata idealizava Portugal à letra e à imagem do que os manuais escolares, ainda oficialmente coloniais, projetavam. “As representações são muito importantes, porque configuram o imaginário. Eu imaginava que Lisboa era o paraíso, que n
REWIND: Mirza Lauchand
Mirza Lauchand encontrou na música um lugar de expressão e criação artística, alargado, com a entrada para o gospel, numa via de desenvolvimento espiritual. Neste episódio, conta como encontrou na música um “regresso a casa”. https://www.otalpodcast.com/p/mirza-lauchandSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Israel Campos: “Termos a possibilidade de chegar a certos lugares também é consequência direta dos nossos privilégios”
Batizado à letra do nome de um dos estados que, nos últimos tempos, mais tem mobilizado protestos a nível global, o convidado deste episódio d’ O Tal Podcast, começa por partilhar o peso que cabe na sua identificação. “Não tem sido fácil carregar o nome Israel. Em Inglaterra, já me cancelaram viagens de Uber. Entrei
REWIND: Kwenda Lima
Que memórias conseguimos guardar para além daquelas que exibimos no telemóvel? Temos medo de amar? Onde está a força de nos vulnerabilizarmos? E Deus? Onde o podemos encontrar? Podem as mulheres não querer ser mulheres? Neste episódio, Kwenda Lima questiona a sabedoria. Do que somos e podemos ser. https://www.otalpodcast.com/p/kwenda-limaS
Vânia Andrade: “Ser vegana trouxe-me muitas coisas. É um descanso. Sinto que o meu corpo está menos propício a ficar doente”
De microfone na mão, aos pés da escadaria da Assembleia da República, Vânia Andrade projetou a voz em defesa dos direitos das trabalhadoras da limpeza. O repto, lançado a 25 de fevereiro de 2023, marcou a primeira manifestação do movimento Vida Justa, e colocou no centro das atenções reivindicações habitualmente classifica
REWIND: Elisabete Moreira de Sá
Que histórias contamos a nós próprios? Como nos vemos, a partir dos lugares de onde vimos? Na Quinta da Princesa, um dos bairros mal-afamados do concelho do Seixal, Elisabete Moreira de Sá começou por encolher perspetivas, encerrada numa vida de impossibilidades, até começar a alargar o olhar. Foi então que ‘saiu da ilha’ para g
Saliu Djau: “Tendo nascido e crescido na Guiné, vivi muito a cultura comunitária, de entreajuda e ligação com outras pessoas”
Facilita encontros entre cidadãos e deputados à Assembleia da República, nos bastidores do Festival Política. Com o mesmo à-vontade, protagoniza campanhas publicitárias, vestindo a pele de modelo ocasional. Ao mesmo tempo, soma ligações a várias iniciativas de impacto social, compromisso cívico iniciado na Guiné-Bissau, o
REWIND: Lura
Na vida de Lura, há um antes e depois da maternidade, que transporta força revolucionária. Mãe da pequena Nina, a cantora partilha, neste episódio, as maravilhas e os desafios dessa viagem, iniciada de forma profundamente consciente. “A minha filha é a prioridade, e depois organizo a vida em função dela”, conta, acrescentando
Carla Adão: “A maternidade traz-nos grandes inseguranças. Se calhar, até as sinto mais agora do que quando os meus filhos eram pequenos, porque eles estão crescidos, quase emancipados, e eu questiono: ‘Será que fiz tudo certo?’”
Subdiretora da RTP África, Carla Adão está no canal desde o arranque. Quase trinta anos depois, a jornalista destaca, nesta conversa com Georgina Angélica e Paula Cardoso, as pontes que o projeto permitiu construir entre os países africanos de língua portuguesa, contributo que, defende, importa preservar, mas também reavaliar. “Quando a RTP &A
REWIND: Victor Hugo Mendes
Pai de três, Victor Hugo Mendes (VHM) poderia muito bem fechar as contas da sua paternidade numa dezena de descendentes. Escrito de outro modo: gostaria de ter 10 filhos. O número impressiona, em especial numa Europa com algumas das mais baixas taxas de fertilidade do mundo, porém VHM não se deixa intimidar, assumindo valores ancestrais africanos na relaç
Blessing Lumueno: “O grande marco é José Mourinho. Os treinadores desenvolveram-se muito a partir daí. O problema é que depois a própria máquina começa a asfixiá-los”
Num autorretrato que cabe em três palavras, Blessing Lumueno apresenta-se: “Fanático pela liberdade”. É assim que se vê, na relação com os outros, o mundo, e com ele próprio, revela neste episódio d’ O Tal Podcast, gravado antes de rumar para o Kuwait, como treinador-adjunto do Al-Arabi. Tema incontornável na hist&oacut
REWIND: Henda Vieira Lopes
Henda Vieira Lopes, psicólogo e diretor do Espaço Yanda, acumula mais de 20 anos de experiência na promoção de competências, incluindo uma forte intervenção comunitária. Com uma abordagem afrocentrada, integra práticas ancestrais africanas na psicologia clínica. Neste episódio, Henda Vieira Lopes aponta caminhos que
Verónica Pereira: “A verdade liberta, não me causa medo. Se não a contar, não tenho paz”
Tinha 36 anos quando se tornou a primeira e, até agora, única diretora da edição impressa do “Novo Jornal”, em Angola. Cerca de uma década depois, Verónica Pereira revisita, neste episódio d' O Tal Podcast, as marcas que acumulou com essa experiência. “Vi-me, durante muito tempo a carregar um peso muito maior do que eu, e uma
REWIND: Ana Sofia Martins
Da projeção à notoriedade, Ana Sofia Martins traça distâncias. Quão longe fica uma realidade da outra? Que caminhos se atravessam entre os dois pontos? Aos 37 anos, com muitas perguntas e respostas ainda por encontrar, a atriz faz questão de mergulhar numa busca por si própria. Afinal, quando se assume precocemente a responsabilidade
Milton Gulli: “O papel dos artistas é muito importante, porque a arte tem de questionar, criticar, apontar o dedo”
Guarda memórias de tempestades de areia, vividas na primeira infância, a partir de uma mudança familiar profissionalmente determinada. “O meu pai, que é engenheiro civil, conseguiu trabalho na Arábia Saudita. Houve uma altura em que vivemos no deserto, porque estavam a construir uma autoestrada”, conta Milton Gulli, nesta conversa com Georgina Ang&eacu
REWIND: Isabél Zuaa
No passado, as mulheres negras tiveram de pegar em armas para defender os territórios e corpos das invasões coloniais. No presente, um dos maiores combates que travam é no campo afetivo, procurando viver para além da condição de guerreiras. A multifacetada artista Isabél Zuaa partilha como tem feito esse caminho de emancipação emo
Iris de Brito: “Fiz a audição para o filme Evita com um dos bailarinos principais do Michael Jackson. Fiquei, saltei, estava toda contente”
Diante da pergunta “Que idade tinhas quando a dança entrou na tua vida?”, Iris de Brito revê a resposta de sempre. Habituada a apontar como referência a iniciação no balé, vivida quando tinha cerca de 8 anos, hoje a coreógrafa partilha outro entendimento. “A dança e o movimento entraram em mim quando comecei a andar&rdqu
REWIND: Dino D' Santiago
Entre o desejo de ser pai, e o medo de falhar nesse papel, Dino d’ Santiago encontrou na terapia um lugar de entendimento. De si próprio e da sua família, que deixou para trás alguns pesos, onde se inclui a história de uma morte trágica. “Queria agradar para me sentir incluído, desagradando-me constantemente”, admite o músico, que,
Saint Caboclo: “A música não é suposto ser elitista, mas para todos. As pistas de dança foram criadas de uma certa forma de rebelião”
Tatuou na mão direita “Saint”, identidade construída a partir de uma relação amorosa. “Namorava com uma pessoa que disse que eu tenho essa coisa de achar que sou um santo, que estou sempre certo. Então virou uma piada para mim”, introduz Saint, antes de completar a apresentação: “Caboclo é como a minha mãe
Jimmy P: “Fui-me tornando mais sensível, e tinha vergonha disso. Com a idade, percebi que não é uma coisa má, acho que é um superpoder”
Entre a maldição e a bênção de uma noite que lhe poderia ter custado a vida, Jimmy P encontrou o impulso que faltava para se dedicar inteiramente à música. “Quando saí do hospital, montei o meu estúdio em casa. Estava praticamente de cama, mas com uma mão conseguia ir ao computador e gravar. Queria muito aquilo, e estava a
Monica Lafayette: “Quando assinei contrato com a Nike, como Fashion Icon, mudei o jogo. Foi por causa do Cristiano Ronaldo que existiu esta campanha”
Perdeu a conta ao número de celebridades com quem se cruzou em Londres, num circuito exclusivo, percorrido entre etiquetas de luxo. “Comecei como assistente do assistente do assistente, numa loja da Gucci, e ali entravam imensos artistas, tipo Pharrel Williams. E eu lembro-me que eu ia para a casa de banho a pensar: Isto é real?”. Mas foi em Portugal, a partir de uma camp
Mayra Andrade: “O que é significa ser africana no mundo? A primeira palavra que me vem é orgulho”
Nasceu cantora há 40 anos, renasceu mãe em 2023, e, entre um e outro momento, nunca se desligou dos batimentos criativos. “Estive ativa até aos sete meses [de gravidez], de saltos no palco, e aos saltos”, recorda Mayra Andrade, mais de dois anos depois do nascimento da filha Dayo, nome grafado na língua africana yorubá, e que significa alegria. &ldquo
Episódio Especial ao Vivo: “Precisamos voltar a esta cena super futurista que é estarmos juntos uns com os outros”
Ao vivo na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa, numa atmosfera intimista que contou com a intervenção do público, Georgina Angélica e Paula Cardoso receberam como convidadas a jornalista Catarina Marques Rodrigues e a multifacetada artista Selma Uamusse, para uma conversa sob o tema “Abrir espaço para o inesperado”. Neste episódio e
Joana Gorjão Henriques: “Todos os dias faço uma desaprendizagem dos meus preconceitos”
Humanista da parte de pai e mãe, Joana Gorjão Henriques partilha, neste episódio d’ O Tal Podcast, como o património de valores familiares se tornou um ativo para a vida. “O meu pai tinha uma relação muito próxima com Cabo Verde, porque foi cooperante depois do 25 de Abril. A minha mãe era educadora de infância, e especializ
Fernando Cabral: “Tenho sangue revolucionário fortíssimo. Acho que por isso me apaixonei pelo reggae”
Filho de Luís Cabral, primeiro Presidente da República da Guiné-Bissau, e sobrinho de Amílcar Cabral, o histórico líder do PAIGC, Fernando Cabral encontrou nas raízes musicais da Jamaica um lugar de autodeterminação. “Quando as pessoas perguntam porque é que tens uma ligação forte com o reggae, eu digo: porqu
Nara Couto: “Até hoje eu estou me recuperando da pandemia, das perdas”
A dança, aprimorada no Balé Folclórico da Bahia, carimbou-lhe o passaporte para vários países, mas é entre o Brasil de nascimento e a África de múltiplos pertencimentos que encontra o seu palco principal, hoje construído entre o movimento e a música. Nascida na Bahia, Nara Couto tornou-se conhecida como bailarina e backing vocal
Solange Salvaterra Pinto: “Desistir é uma palavra que não está no meu dicionário”
Ainda miúda, Solange Salvaterra Pinto “tomava conta da hora de almoço” da família com as novidades que encontrava nas publicações do Centro Cultural Português de São Tomé e Príncipe, país onde nasceu e cresceu. “Lia revistas de fofocas, livros, jornais”, conta a ativista social, recuando à origem de
Francisco Borges: “Não tenho telemóvel. Costumo ler 10 livros por semana"
Junho começou com a comemoração do Dia da Criança e, n’ O Tal Podcast, a data foi assinalada na companhia do estudante Francisco Borges, que, depois das aulas, ainda teve energia para conversar sobre direitos e deveres. “Um direito seria, na escola, os professores também deixarem-nos ter ideias”, sugere, explicando que as disciplinas acabam por
André Biveti: “Sempre senti que era um produto do Estado Social português”
Campeão nacional de atletismo em várias categorias, André Biveti já tinha conquistado um lugar no Centro de Alto Rendimento do Jamor quando uma lesão o afastou das pistas. Precocemente arredado da competição, numa altura em que conciliava as provas desportivas com os exames de Direito, encontrou na política partidária novas metas, tra&
Luísa Semedo: “Nunca tive problemas em aceitar cargos de responsabilidade. Quando era miúda pensei ser Presidenta da República”
O destino de uma vida na fábrica parecia já traçado na história de Luísa Semedo, mas, mesmo sem qualquer modelo que lhe pudesse servir de referência, era para a liderança política que os seus sonhos apontavam. “Quando era miúda, pensei ser Presidenta da República”, conta neste episódio, distanciando os planos i
Carlos Dias: “A nossa maior força é o que sentimos. Na realidade não é aquilo em que acreditamos”
Há um antes e depois do basquetebol na vida de Carlos Dias. Ex-internacional pela seleção portuguesa, campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal, o hoje terapeuta conta como esta modalidade o “salvou”. “Senti um sentimento de pertença que não tinha encontrado nos meus primeiros 13, 14 anos de vida”. Nascido em Lisboa, co
Aua Baldé: “Quando me sento na Assembleia Geral das Nações Unidas, estou lá eu, o meu afro e ainda ponho o turbante. É essencial celebrar-se a diversidade”
Os voos internacionais são uma constante na vida de Aua Baldé que, muitas vezes, encontra na filha, Aicha, o caminho para ‘descer à terra’. “Por ela sou capaz de parar o mundo”, declara, rendida ao “grande privilégio” de desfrutar da maternidade. “Acho que as mães têm uma linha direta com Deus”, diz, enquanto
Eva Cruzeiro: “Só não perdoa quem tem uma expectativa quase desumanizada do outro. Eu estou sempre à espera que as pessoas errem”
Batizada Eva, à semelhança da avó materna, o seu último apelido é Alexandre, mas apresenta-se com o seu outro sobrenome – Cruzeiro – em homenagem à assinatura familiar da avó paterna. É dessa forma, como Eva Cruzeiro, que o seu nome sobressai nas listas do PS, onde se tornou a candidata-surpresa na corrida às Legislativas d
Gutto: “Black Company aparece nos livros da escola, faz parte da História”
Apresenta-se como alguém “muito fechado, muito envergonhado, e muito introspectivo”, mas que, quando sobe ao palco, se transforma. Augusto Armada nos documentos, e Gutto na assinatura artística, o músico revela, neste episódio, que prefere estar no seu canto, longe da exposição. “Não é uma coisa específica minha. Conh
Vem aí uma nova temporada d'o Tal Podcast. Desta vez na companhia do Expresso
Para quem já conhece O Tal Podcast, obrigada por se manter connosco. Para quem nos está a ouvir pela primeira vez, bem-vindo à quinta temporada do nosso podcast, desta vez integrado no catálogo de podcasts do Expresso. Por aqui já recebemos mais de 40 personalidades em conversas sem guião pré-definido, ao sabor das respostas dos convidados à
A quarta temporada
Entre tudo o que os nossos cérebros não compreendem, o infinito ocupa - naturalmente - um lugar central. A partir de uns quantos zeros, os números ganham vida própria e abandonam a realidade próxima e perceptível. O Big Bang, os fractais, o numero de possíveis combinações do ADN, os grãos de areia de todas as praias imaginadas e já percorridas. A nossa mente não é capaz de segurar com propriedade
Victor Hugo Mendes
Pai de três, Victor Hugo Mendes (VHM) poderia muito bem fechar as contas da sua paternidade numa dezena de descendentes. Escrito de outro modo: gostaria de ter 10 filhos. O número impressiona, em especial numa Europa com algumas das mais baixas taxas de fertilidade do mundo, porém VHM não se deixa intimidar, assumindo valores ancestrais africanos na relação com a ascendência e descendência. Mas, e
Cátia Semedo Ramos
Chegou a estar na iminência de um esgotamento, porque “tinha muita dificuldade em dizer não”. Sempre disponível para os outros, Cátia Semedo Ramos foi-se esquecendo das suas necessidades, até viver uma depressão. Os sintomas da doença, silenciosamente incorporados, não escaparam à mãe, que, ao testemunhar algumas explosões de choro da filha, a aconselhou a procurar ajuda médica. As lágrimas conti











