
Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio.
Episodes
À Direita: o novo podcast do Expresso que analisa o que une e divide as novas direitas
Num mundo em mudança, a direita está a transformar-se e a fragmentar-se. Em À Direita, Teresa Nogueira Pinto conduz uma série de entrevistas para perceber que causas unem e que clivagens dividem as várias direitas, que ideias defendem e como pensam o futuro. A reflexão sobre um campo político cada vez mais determinante. De quinze em quinze dias, ao
“Posso chocar muita gente, mas estou de acordo com a proposta do Governo sobre o trabalho social da PSU” e as intervenções de Pedro “passou-se” Coelho
Miguel Sousa Tavares comenta a mais recente proposta de Montenegro que funde várias prestações sociais numa única, com novas obrigações de trabalho social, "quem não cria hábitos de trabalho, dificilmente vai gostar de trabalhar". Analisa ainda as consequências da saída de imigrantes do país, "quem é que os vai subs
O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o G
“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
Miguel Sousa Tavares volta a olhar para o mundo perante Trump e elogia os países que já admitem tratar-se de um "inimigo da Europa". Sobram criticas para a política externa portuguesa que "envergonha". O tom das discussões na AR também merece reparos ao cronista e não só na bancada do Chega. Falamos ainda das propostas do MP para reformar o processo
Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmame
“Trump ordena, baixamos a cabeça e cumprimos” e a pausa na guerra em que “o Irão é claramente vencedor”
Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a subida dos preços e encontrou um pretexto
O superávite português e a “a lição de 2008” que está entranhada: “O país não pode viver eternamente com o Estado endividar-se”
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatísti
“Trump é incrivelmente inculto, não sei se terá lido um livro sem ser de autoajuda e é altamente ignorante. Estamos confrontados com um louco à solta”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias da guerra no Médio Oriente, o impacto "brutal" para Portugal e para a Europa que "começa finalmente a acordar" e sublinha que "o maior inimigo da Europa está nos EUA". Falamos ainda do impasse da eleição para órgãos de soberania na AR. O cronista deixa uma proposta e um desafio a Seguro See omnystudio.com/li
A solidão de Marcelo “em busca de afeto”, o ataque lançado “sem saberem bem ao que iam” e o “monumental” processo de Sócrates
Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não h&aacu
A guerra e a reação “prejudicial aos interesses nacionais”, o ministro que “nos envergonha” e o escritor que “revolucionou a prosa”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo R
A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI.
“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma Regionalização tiv
O Governo que “aprendeu em andamento” a lidar com a tragédia, a ministra que saiu “a meio da batalha” e a “posição fortíssima de Seguro”
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstruç&
“Fomos todos apanhados com as calças na mão”: os avisos da Proteção Civil que ficaram aquém, o papel de Montenegro e a “sorte grande” de Ventura
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam &agrav
“Trump acha que é uma espécie de jogador de casino. É um caso notável de demência. Gostava de lhe perguntar: Qual é o objetivo final?”
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A conversa não deixou de fora as presidenciais: Ventura ou Seguro, o que
“Sinto uma revolta surda contra alguém que se diz cristão”: Sousa Tavares critica Ventura e explica porque vai “tapar os olhos” ao votar
Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já decidiu, mas deixa um reparo. See omnystudio.com/list
“Não consigo perceber que o presidente de um partido que se chama social-democrata não saiba escolher nas presidenciais” e a politica externa que nos “envergonha”
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata brando e neutro" e "alguém que é compagnon de route de grup
O “deslumbramento” de Cotrim, as “banalidades” dos candidatos de PS e PSD e as “mentiras” de Ventura. Entre 86 e 2026, descubra as diferenças
Sousa Tavares faz a análise da campanha para dizer que Seguro e Ventura arriscaram menos. Cotrim estava a fazer "uma campanha notável" mas multiplicou "tiros nos pés", Mendes sofre o efeito das dúvidas sobre o trabalho como consultor e o Almirante foi quem lançou "uma ideia clara". Sobre PCP, BE e livre, diz que "a má visibilidade é pior que nenhuma
“Shakespeare, no ‘Hamlet’, dizia que a loucura dos grandes não pode passar sem vigilância. O problema é que a loucura de Trump não tem”
Na crónica desta semana, Miguel Sousa Tavares ficciona uma conversa entre Trump e a sua administração e o embaixador dos EUA em Portugal, a propósito de uma suposta invasão dos Açores. E, para além deste futuro distópico, as intervenções dos EUA na Venezuela (consumada) e na Gronelândia (prometida) ocupam boa parte da pres
Num debate em que o Almirante “esmagou” viu-se, “pela primeira vez, Mendes abalado”, e o retrato do país marcado pela “falta de coerência”
Sousa Tavares começa por criticar o país "onde só se ouve o bota abaixo dos políticos, mas pagos e mal considerados". Não estranha, neste cenário, o protagonismo de Ventura, a quem aponta o problema da "hipocrisia e demagogia". Sobre as presidenciais, diz que "não se importava que o resto da campanha fosse feita com uma segunda volta de debates". O
“O (aborrecido!) negócio da F1 que tem pouco a ver com o desporto” e a vitória de Montenegro que deixa coisas por esclarecer
Sousa Tavares contesta a decisão de investir no regresso da F1 a Portugal. Considera que a ideia de "pôr o país no mapa" já "não faz sentido" e diz que vários países utilizam a competição como "detergente de nódoas" dos regimes. Sobre o caso Spinumviva, entende que "está resolvido no plano político" mas que, do pont
Greve geral: “Percebo a revolta, ninguém gosta de ser desconvidado para a mesa onde vai ter de comer”. Os erros e “as coisas boas e más” da proposta
O cronista fala das motivações da greve e critica o Governo: "só partiu para o diálogo quando percebeu que ia levar com uma greve em cima, foi tarde". Sousa Tavares diz que terá de existir um recuo, mas defende uma mudança porque "não podemos continuar colados a direitos laborais que faziam sentido há 50 anos". Falamos ainda da distin&c
Ucrânia: “A bola está do lado de Putin” na guerra que “dá biliões a ganhar” e as presidenciais: quem surpreende mais e menos
Miguel Sousa Tavares analisa as negociações de paz para concluir que Putin tira partido de "um momento favorável do ponto de vista militar e diplomático", enquanto Zelensky "sabe que está a perder a guerra", perante líderes europeus "nervosos". Sobre a política caseira, falamos dos debates nas TV's onde um nome, para o cronista, se destaca pela posi
Os poderes (“não exercidos”) do PR, os candidatos a “estátuas da República” e os que estão “em concursos de misses”
Sousa Tavares fala das competências que a Constituição confere aos presidentes da República e que não são exercidas, por "atitude defensiva", o que o leva a questionar se não devem ser reduzidas ou se o país não deve acabar com a eleição por sufrágio (o que não defende). Em análise, a importância
O que têm em comum Ronaldo e Trump? E a ausência “impensável” do capitão no apuramento da equipa
Sousa Tavares comenta o encontro na Casa Branca entre dois "multimilionários que não terão grande preocupação com os direitos humanos no mundo". Questiona ainda "quem e o quê representa Ronaldo" quando visita Trump. No artigo no Expresso lembra "o melhor atleta que o futebol já viu" mas não faltam criticas a ausências importantes d
“O Governo pôs o carro à frente dos bois e agora está alarmado porque lhe disseram não, assim não brincamos”
Sousa Tavares critica a forma como o Governo apresentou as alterações à legislação laboral, sem discutir com os parceiros sociais, mas acha que ainda há caminho para entendimentos, apesar da greve. Destaque ainda para a polémica que envolve a BBC e Trump: "Atacar a BBC é atacar o fundamento da democracia inglesa" See omnystudio.com/liste
“Os tarefeiros comportam-se como o sindicato dos estivadores da medicina” e a declaração “insustentável” da ministra da Saúde
Sousa Tavares distribui criticas entre Ana Paula Martins: "um responsável pela Saúde Pública não pode lamentar-se que um doente não tenha dinheiro para se ir tratar no privado" e os médicos: "O SNS está prisioneiro de interesses corporativos". Defende uma revolução no sector e diz que a ministra "está auto excluída". Fala
“Sinto uma revolta quando vejo os cartazes (do Chega): onde estão os valores cristãos? Tenho o maior desgosto em ver o PSD ir atrás destas ideias”
Sousa Tavares fala da imigração e das polémicas a envolver Ventura que acusa de fazer "um exercício de desonestidade intelectual" num país de "muitos católicos e poucos cristãos". O cronista critica os portugueses que não gostam da liberdade que não "valorizam como valor absoluto". Em análise ainda a "gestão desastrosa e
Balsemão "divertia-se muito mais em estar à frente do negócio de jornalismo do que do Governo" e ainda a memória de "um momento histórico"
Sousa Tavares recorda Pinto Balsemão, a quem o país "ficou a dever muito" e teme que a sua morte nos deixe, nos media, "desprotegidos". Não tem dúvidas de que o fundador do Expresso e da SIC preferia o jornalismo ao poder político. Sobre as presidenciais, falamos do candidato "mais Seguro" e confessa-se "farto de vendedores da banha da cobra" See omnystudio.
“Francisco Pinto Balsemão foi o melhor patrão que tive até hoje. À frente do grupo estava alguém que tinha o jornalismo como primeiro e único objetivo”
Em declarações em direto à SIC por telefone, Miguel Sousa Tavares recorda o papel de Francisco Pinto Balsemão, fundador do Expresso e da SIC falecido hoje aos 88 anos, no jornalismo em Portugal e na liberdade de imprensa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Montenegro “reforçado” nas eleições, o “erro tremendo” de Alexandra Leitão e o Chega que sem Ventura “não vale nada”
Sousa Tavares comenta em detalhe os resultados das Autárquicas com destaque para o PSD ("largamente vencedor"), para o PS, onde Carneiro "deve começar a mostrar autoridade interna" e ainda para o Chega que "falhou a implementação local" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Médio Oriente: “É uma grande notícia, temos de saudar o acordo mas levanta mais dúvidas que certezas” e o “poder” de Trump
Sousa Tavares sublinha que o “acordo é urgente e bem vindo” mas não está otimista em relação aos próximos passos. Em análise ainda o caso dos F-35 nas Lajes e a reação da (“desacreditada”) diplomacia portuguesa. Falamos ainda da despesa do Estado que aumenta e da Justiça que não reflete: “Tro
“Se Mortágua não tivesse sido presa, estas semanas embarcadas teriam sido inúteis”
Sousa Tavares fala do “desfecho anunciado” para os participantes da flotilha onde se misturou “um lado de preocupação genuína e outro de propaganda um pouco ridícula”. Sobre a campanha de Lisboa, os elogios vão para a CDU. Em destaque, a estratégia de Ventura em que “a mentira serve como arma política“See omn
“Ventura está cada vez mais parecido com Donald Trump, que ele tenta imitar, mas é um Trumpzinho mediterrânico, que é uma coisa ridícula”
O cronista do Expresso aborda o tema imigração, que é vista por Trump como “o flagelo das democracias e a grande ameaça”, num momento em que se definem novas regras de reagrupamento familiar para os estrangeiros que trabalham em Portugal. A imigração é um dos grandes temas desta edição do podcast Miguel Sousa Tavares de Viv
Os líderes da Europa “capturados pelo lobby israelita” e o “país de parolos”
Miguel Sousa Tavares considera que o mundo, na sua geração, nunca esteve tão perto da guerra como hoje e acusa a Europa, tal como a Rússia, de não contribuir para qualquer plano de paz. Critica ainda os líderes europeus por não condenarem as ações de Israel e diz que só as opiniões públicas podem fazer a diferen&cc
Moedas “desnorteado, sem saber o que fazer” por causa da tragédia em Lisboa “partiu para o ataque e cedeu à pressão”
Sousa Tavares critica a entrevista que o autarca deu à SIC. Considera que Moedas disse “tudo o que não pode”, ficou “prisioneiro” das suas palavras sobre Medina e foi “lastimável” ao falar de Jorge Coelho. Por comparação, o PS merece elogios. Em análise ainda a invasão do espaço aéreo da Polón
A reunião do “eixo do mal” liderada pela China e o papel de Costa que se deixa “arrastar” por Von Der Leyen
Miguel Sousa Tavares fala esta semana do encontro que juntou os presidentes da China, Russia e Coreia do Norte. Diz que se trata de um desafio "bem sucedido" do "movimento dos inconformados" à ordem instalada por Trump. Sobre as decisões europeias, admite que esperava mais de António Costa em relação a Gaza.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares sobre Montenegro e os incêndios: “Embora diga que esteve sempre ao leme, não vejo um português que o leve à letra”
O cronista do Expresso não tem grande esperança de que algo mude no combate aos incêndios e na desertificação do interior: “O problema em Portugal é que, quando se faz uma comissão, ela apresenta as suas conclusões e elas vão imediatamente para a gaveta”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares e as imagens do Pontal: “Havia uma emergência nacional a acontecer e uma festa com membros do Governo a festejarem”
Os incêndios ocupam grande parte deste episódio do podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, com a decisão de seguir em frente com a Festa do Pontal a ser fortemente criticada: “Havia uma emergência nacional a acontecer e havia uma festa com membros do Governo a dançarem, a beberem e a festejarem, não se percebe bem o quê”. O anúncio
“Há sinais preocupantes da absoluta incompetência do Estado, o combate aos incêndios é um deles”
O cronista do Expresso fala dos fogos que têm assolado o país e remata: “Não sei o que é que o PSD e Luís Montenegro vão festejar no Pontal”, na festa desta quinta-feira que marca o final das férias políticas. Trump é omnipresente no episódio desta semana. Aliás, o cronista vê o Presidente dos EUA a aprox
“A guerra da fome” em Gaza, a “enxovalhada” Von der Leyen e o “vampiro Trump”
Sousa Tavares deixa um puxão de orelhas à UE e à diplomacia portuguesa no regresso do podcast. Considera que a Europa continua a ver "só um lado" em Gaza. Von der Leyen é ainda criticada ("não se devia deixar enxovalhar") por ter assinado com os EUA um "acordo que é uma vergonha". Também não poupa Trump de quem diz, "temos um med
“Um país católico e de emigração tem obrigação” de aceitar o reagrupamento e a “derrota da Justiça” no caso Sócrates
Nesta edição falamos da cultura de guerra nos EUA a contrastar com uma cultura europeia de paz e dos "demónios" na Alemanha que volta a apostar no rearmamento. Sobre as alterações ao regime de reagrupamento familitar dos imigrantes, sobram criticas do cronista aos governantes. Antecipamos ainda o inicio do julgamento de Sócrates: "um exemplo do mau funcion
“Não vamos cumprir as metas da NATO, vamos fazer batota” e a cedência “intolerável” na lei da nacionalidade
Sousa Tavares analisa a cimeira da NATO e o compromisso com as metas de Trump. Diz que se trata de um investimento brutal na defesa, não exequível, fechado num encontro "humilhante" para a Europa. Sobre as alterações à lei da nacionalidade, aponta uma "indecente cedência ao Chega" que pode originar duas categorias de portugueses: os de primeira e os de segu
Miguel Sousa Tavares e a guerra no Médio Oriente: “Quem se está a defender é o Irão e quem bombardeia todos os dias, até Teerão, é Israel”
Neste episódio do podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, o jornalista começa pelo Algarve, onde vive e aonde ainda restam “quilómetros de praias desertas e água das Caraíbas”, mas termina com as ameaças de grupos de extrema-direita e ultranacionalista em Portugal, como o Movimento Armilar Lusitano, alvo de uma operação da Pol&i
Reforma do Estado: “Montenegro deve estar preparado para uma (quase) guerra civil”
Miguel Sousa Tavares diz que "num país que não gosta de mudar" e se habituou viver no "bem bom dos dinheiros europeus", a simples ideia de uma reforma já pôs sectores da Administração Público e da extrema esquerda em "pé de guerra". Para o cronista, o "unico PM reformista que tivemos em décadas foi Sócrates. Sobre os discursos do
"Um dia os nossos filhos vão perguntar: Como foi possível assistir de braços cruzados ao que se passou em Gaza?"
Sousa Tavares diz que a situação em Gaza se tornou “insuportável” com “a população morta à fome, criança esquálidas, que parecem as crianças dos campos de concentração nazi“. O cronista aponta o dedo à comunidade internacional, sublinha o ”peso esmagador sobre os ombros“ das lide
“O Almirante está habituado a estar num ponto de comando, não a ser o homem do leme”
O cronista antecipa as presidenciais e conclui que, uma vez mais, "não lhe apetece votar". Além das dúvidas sobre Gouveia e Melo, considera Marques Mendes "um conspirador profissional disfarçado de comentador", Seguro "veio do além" e Vitorino é "brilhante, mas entre servir o país ou servir-se dos negócios, optou pelos negócios". Sobre
“O resultado é trágico: o PS queria atacar o PSD e o Chega, e desabou”
Sousa Tavares faz a análise das legislativas sem esconder críticas a Pedro Nuno Santos. No futuro do PS veria, de preferência, um nome: Medina. José Luís Carneiro "seria o menos mal de todos os outros". Sobre o Chega, diz que continua a ser uma incógnita: "não tem ninguém. O que se destacou foi ter um deputado ladrão de malas". Já
Montenegro, Pedro Nuno ou Ventura: “não compraria um carro em segunda mão a nenhum” e “o disparate” do Almirante
Miguel Sousa Tavares relembra a responsabilidade dos políticos na ida a votos e analisa a campanha. E considera que os atuais protagonistas são "uma má opção" para primeiro-ministro. O cronista comenta ainda o anúncio de candidatura presidencial de Gouveia e Melo: "um tiro de pólvora seca, um disparate a 3 dias das eleições" que "ningu
“Quando oiço o Pedro Nuno Santos gabar-se que pôs a CP a ganhar dinheiro, apetece-me puxar da pistola”
Miguel Sousa Tavares critica a nova greve dos trabalhadores da CP, defende que o caso chegou a um ponto extremo: "isto é fazer pouco dos portugueses" e que a empresa deve ser liquidada e transformada numa outra empresa pública. Na semana da campanha, o cronista diz que Passos Coelho "tirou o tapete" a Montenegro e "deu cabo da estratégia eleitoral do PSD".See omnystudio.com/li
A escolha “entre alguém que ainda não provou competência e alguém que ainda não provou seriedade”
Miguel Sousa Tavares compara Montenegro e Pedro Nuno à luz do debate nas TV's. Diz que o líder do PS venceu o frente a frente, mas critica a estratégica económica: “filho de empresário, parece que tem alguma coisa contra as empresas”, já sobre o PM refere que voltou a “enterrar-se” no caso Spinumviva. O apagão e as reaç
“Eu acho que o Papa viu o diabo em JD Vance e morreu”
Neste episódio de Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, o cronista do Expresso fala abundantemente sobre Francisco, o melhor de “todos, todos, todos“ os que lideraram um dia o VaticanoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
“Há uma atuação política do MP: não acredito em coincidências” e a “aldrabice” dos custos na Defesa
Miguel Sousa Tavares comenta o processo de averiguação preventiva de que o líder do PS é alvo para questionar o momento escolhido pelo Ministério Público. O cronista critica ainda o Governo por "não dizer toda a verdade" sobre os custos do investimento em Defesa e aponta o dedo à falta de uma reação do Estado português per
“Estão a atacar-nos com um canhão e respondemos com um mata-moscas”
Miguel Sousa Tavares reflete sobre a NATO e o papel de Portugal para lançar a pergunta: "E se saíssemos da NATO?". Para o cronista, a organização ("ao sabor dos humores de um Presidente") não serve os interesses da Europa e deve surgir outra organização militar que a substitua, "não quero estar sob o comando militar e politico americano para
“Estamos à mercê de um pistoleiro que entra num ‘saloon’ e dispara para cima de toda a gente”
Falamos das tarifas anunciadas por Trump e das suas consequências no mundo e nos EUA. Miguel Sousa Tavares defende uma resposta europeia que passe por diversificar os mercados exportadores. Como tema central, em análise os "bons ventos" que chegam de Espanha com o cronista a comparar os investimentos espanhóis que têm resultados à vista e as opções po
“Os americanos votam com a carteira”, não será “uma desilusão politica” que afectará a relação com Trump
Miguel Sousa Tavares analisa o momento da politica americana, dentro e fora dos EUA. Deixa o alerta perante sinais de pressão: "se fosse habitante da Gronelândia, estava a preparar-me para o pior". Fala do papel que pode vir a caber ao partido Democrata e à sociedade civil. Destaque ainda para os números (positivos) da execução fiscal portuguesa, com
Ucrânia: A “desilusão” depois das “altíssimas” expectativas de Trump e as sondagens a pedir “rejuvenescimento” no PSD e PS
Sousa Tavares comenta as conversas do Presidente dos EUA com Putin e Zelensky. Considera que Trump não conseguiu ultrapassar as "linhas vermelhas" de Putin, mas ainda terá de o fazer, com custos para a Ucrânia, porque é o protagonista do "único processo de paz em curso". Condena ainda o regresso dos ataques em Gaza: "só terminam quando Israel conseguir uma
Montenegro “é um ativo tóxico e não terá sossego”, Pedro Nuno “se perder duas vezes, é a morte do artista”
Sousa Tavares considera que o PM percebeu que as sondagens não lhe eram favoráveis e entrou na AR em "modo de medo para acabar em modo de pânico". Entende que Montenegro transformou "um assunto pessoal num assunto do governo, do parlamento e do país" e só procurou o entendimento com o PS "à 25ª hora" depois de "quase se terem ofendido". O ónus,
Montenegro “meteu-se dentro de uma alhada e foi tropeçando, tropeçando até cair no abismo”
Sousa Tavares critica a forma com o PM geriu a crise política, recusando assumir erros no caso da empresa familiar: "só empurrado" deu algumas explicações. O cronista considera, no entanto, que ainda há tempo de evitar novas eleições e uma "guerra de egos" que "os portugueses não entendem" desde que alguém (Montenegro ou Pedro Nuno San
“Não gostei de ver Macron com aquele ar íntimo com Trump, ao estilo Marcelo” e “a falha” do Estado que pode levar o MP a agir
Com a Europa num impasse, o PR de França tem sido protagonista, o que deixa a UE em segundo plano. A conclusão é de Sousa Tavares para quem António Costa já "perdeu vários comboios" e terá perguntado ao espelho: "afinal em que é que eu mando"? A atitude de Macron em Washington merece reparos, mas as maiores críticas são para Tru
Zelensky sob “fogo cerrado e ordinário de Trump” e o Chega que quer fazer da AR “uma espécie de taberna”
Sousa Tavares fala de uma "subversão de valores" dos EUA face à Europa. Sublinha que JD Vance "foi de uma arrogância insultuosa", mas diz que a Europa "deixou-se arredar no jogo das potências e esteve a dormir". Para o cronista, Zelensky está nas mãos de Trump "numa posição tremendamente dificil" e diz que é "lastimável" que o pa&
“Trump governa com base nas leis da mercearia e da crueldade” e a suspeição “intolerável” do MP
Miguel Sousa Tavares diz que as imagens de imigrantes algemados e deportados dos EUA remetem para "os tempos da escravatura" e sublinha a "maldade e estupidez" de Trump. O cronista não acredita que o plano para Gaza venha a ser implementado: "Para ele o direito internacional não existe, estamos num território nunca visto". Considera que é este o momento para a Europa e
Moedas “de cabeça perdida” sem defender a cidade, o elogio a Montenegro e ainda o caso Odair: “Tudo isto é muito grave”
Miguel Sousa Tavares não esconde a perplexidade perante a reação do autarca de Lisboa em relação aos números da segurança: "ficou pior que estragado", "estou tentado a pensar que não quer ficar na câmara". Acusa ainda Mark Rutte de confundir a sua ação: "não dá ordens aos membros da NATO, eles é que lh
O perigo dos tecnomilionários que “ameaça a nossa civilização” e o roubo das malas: “um policial de série B”
Miguel Sousa Tavares analisa a cerimónia de posse de Trump, os seus anúncios e a foto de família, ilustrada por empresários ricos que vão tornar o nosso futuro "imprevisível e perigoso", todos com "um ego desmedido, fortalecido pela sua inteligência, enquanto o ego de Trump é diminuído pela sua estupidez natural". Sobre o episódi
“A bofetada de luva branca” de Centeno e a “pedrada no charco” de Rita Júdice. E ainda, o cessar-fogo no Médio Oriente
Miguel Sousa Tavares faz uma análise do acordo entre Israel e o Hamas para concluir que a palavra final (ou será "ameaça?) de Trump foi determinante. Sobre os incontroláveis incêndios nos EUA lembra que "só não vê as alterações climáticas quem não quer". Elogia a ministra pelo discurso em que chamou a atenç&at
Especial ao vivo PodFest: “Ventura acorda de manhã, olha-se ao espelho e diz ‘André, André, de que é que vais falar hoje?’”
“Agora invoca-se Deus para tudo, temos terrorismo dos dois lados”. Nesta emissão, gravada ao vivo no Podfest, no grande auditório da reitoria da Universidade Nova de Lisboa, Miguel Sousa Tavares denuncia as declarações de um ministro israelita que sugere a eliminação de qualquer futuro viável para os palestinianos em Gaza, usando Deus co
“Somos hipócritas: não é porque no Martim Moniz cheira a caril ou alguém fala uma língua desconhecida que há problemas com a imigração”
No podcast Miguel Sousa Tavares de Viva Voz, o autor reflete sobre a depressão do Ano Novo num mundo gerido por algoritmos e por Mark Zuckerberg, Elon Musk ou Jeff Bezos que empobrecem a discussão política, infectam-na com maniqueísmos e amplificam “falsidades” como o suposto problema com a imigração. Neste episódio também cabem c
“Há uma onda de loucura e unanimidade belicista a percorrer os dirigentes do mundo”
Miguel Sousa Tavares analisa as conclusões do Conselho Europeu presidido por António Costa para concluir que "há uma onda de loucura e unanimidade belicista a percorrer os dirigentes do mundo". O cronista estranha que a Europa não tenha um plano de paz para a Ucrânia e lamenta que o encontro só tenha servido para manifestar apoio a Zelensky, esque
A “missão impossível” do PCP e o papel de António Costa: “Temo que se submeta à agenda de Von der Leyen”
Miguel Sousa Tavares traça um retrato crítico do atual momento do PCP. Recrutar novos membros, como defendeu Paulo Raimundo no Congresso, parece-lhe impossível sem que o partido mude de estratégia: "o que tem para oferecer em troca?" Para o cronista, o PCP está "totalmente desfasado das causas de hoje". Sobre o arranque do novo Conselho Europeu, lamenta que a Eur
“Os abutres que pairam por cima dos interesses da Síria”, a perda “total” de respeito por Ventura e o Mundial das “ilusões”
A situação na Síria está em destaque nesta edição do podcast. Sousa Tavares condena os governos que ainda usam um "paternalismo neocolonialista" para tentar apontar soluções para o futuro da região. Na politica caseira, as criticas vão para André Ventura que "faltou ao respeito à memória de Soares e &a
A “confusão de ver bombeiros transformados em pirómanos” e a “atitude de capitulação” de Costa perante Trump
Miguel Sousa Tavares faz o retrato de um mundo em "degradação" por ocasião dos cem anos de Mário Soares. Diz que entre os atuais líderes mundiais "não há ninguém ao nível da geração política de Soares". Deixa reparos à visita de António Costa a Kiev: "a afastar a UE de uma intervenção num acordo de paz" e sobre as declarações que Costa fez sobre Trump, há "uma certa atitude de capitulação, quando
Seguro “aproveitou a deixa e vai por o PS perante um facto consumado”, a “grande vantagem” do Almirante e o candidato “morto politicamente”
Miguel Sousa Tavares comenta o tema da semana: a discussão em torno dos possíveis candidatos presidenciais. O cronista tem uma teoria sobre o aparecimento de vários nomes e aponta uma motivação: "pura vaidade". Falamos de António José Seguro, de Gouveia e Melo e de Marques Mendes, mas também do atual PR. No podcast passamos ainda em revista as novidades no Médio Oriente, onde um cessar-fogo "não
“Numa guerra nuclear não adianta nada ter em casa corn flakes e pensos rápidos”
Miguel Sousa Tavares analisa os últimos acontecimentos em torno da guerra na Ucrânia: "quero esperar que o louco e irresponsável sentado no kremlin tenha alguma lucidez para não nos mergulhar a todos numa terceira guerra mundial". Não faltam críticas a Joe Biden, por "escalar a guerra" e a estranheza pelo silêncio de Trump: "gostaria de saber se está em contacto com Biden ou se Biden está a dispa
Crise na Saúde: “Ana Paula Martins já devia estar de férias nas Bahamas há muito tempo”
Miguel Sousa Tavares analisa a atual polémica em torno das falhas do INEM para sublinhar que “por muito menos, vimos cair ministros e secretários de Estado de Costa”. No podcast desta semana, o cronista considera que a ministra foi "um erro de casting" desde o início. Falamos ainda de greves “pouco sérias” na Educação e regressamos à América profunda, fora dos holofotes, que elegeu Trump. Sousa Ta
Sem obstáculo entre Trump e o poder absoluto, “podemos esperar o pior” e o caso de Loures em que Costa “esteve mal”
A eleição de Donald Trump dominou o podcast semanal com o cronista a antecipar tempos muito duros nos EUA para os emigrantes, as minorias, a imprensa livre e para quem depende de assistência médica. No contexto internacional, dificuldades para Zelensky que "vai ter de negociar numa posição de fraqueza" e para a Europa que "não se preparou" para a eleição de Trump. O caso de Loures leva Sousa Tavar
“É mais fácil lidar com as mentiras do que ir à procura das verdades” de Trump
Miguel Sousa Tavares antecipa o que considera ser o provável desfecho das eleições nos EUA e antecipa o fracasso dos Democratas que não prepararam uma alternativa a Biden e não terão conseguido conquistar as minorias. Falamos de Trump e das polémicas que não o prejudicam nas urnas, antes o tornam "poderoso". Cem anos depois, o cronista lembra o novo peso da extrema-direita no mundo onde "é mais fá
“Não quero passar por cima da presunção de inocência dos agentes envolvidos, mas não posso aceitar a presunção de culpabilidade do morto”
Miguel Sousa Tavares analisa os acontecimentos que desencadearam os incidentes em Lisboa e considera que o comunicado da PSP depois da morte de um suspeito baleado pela polícia, pode ter sido um dos factores que exaltou os ânimos. O cronista diz que o texto reflete uma "cultura de desresponsabilização" que alastra e defende que se procure conhecer melhor os bairros problemáticos. Na polémica que e
“Pedro Nuno nunca teve de pagar um salário ou viver de um salário, pedir aos comentadores socialistas para se alinharem revela fraqueza”
Neste episódio, Miguel Sousa Tavares critica o líder do Partido Socialista pelas posições que tomou desde que tomou posse como secretário-geral. Diz que é “impaciente e inexperiente”, que quer um partido que é incompatível com o PS de Mário Soares e que se “apaixonou” pelas propostas do Bloco de Esquerda. No final, uma referência ao caso dos emails e a um jurista que esteve implicado no célebre ca
Pedro Nuno Santos “nunca quis viabilizar o OE e quis empurrar o PSD para os braços do Chega” e a análise do Estado “capturado”
Miguel Sousa Tavares considera que o líder socialista “tentou desesperadamente mostrar que o Governo não tinha cedido o suficiente” no OE e “falhou no exercício”. Acredita que o PS, “nunca quis” viabilizar e pode vir a pagar uma fatura, ao contrário de Montenegro, que “sai incólume”. O cronista comenta ainda os efeitos da passagem de um sistema que “controlava as coorporações para um sistema em q
Se o novo PGR “voltar a pôr o MP nos eixos será excelente”, os interesses que “cativam o poder politico” e os objetivos de Israel
Miguel Sousa Tavares, que preferia que o sucessor de Lucília Gago fosse escolhido fora da magistratura, fala no podcast sobre os desafios de Amadeu Guerra. Analisa ainda o resultado do relatório arrasador sobre a nacionalização da Efacec: "estava escrito nas estrelas". Lamenta "os interesses" que impedem avanços no pós-incêndios e fala do atual momento da guerra no Médio Oriente que tem o Irão com











