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Chamo-me Luís Diogo. Construí, escalei e vendi empresas, cheguei a ter uma equipa de 100 pessoas e percebi tarde demais o preço que estava a pagar: quanto mais a equipa crescia, menos tempo me sobrava. Hoje faço o contrário. Opero uma empresa de 10 pessoas que rende como se fossem 30, com IA a tratar do trabalho pesado e o meu tempo de volta nas minhas mãos. Neste podcast penso em voz alta sobre como o faço na prática: os sistemas que montei, as pessoas que contratei, os custos que cortei e as decisões que tomo todos os dias. Conto o que funciona e também o que correu mal. É o mesmo pensamento que ponho na newsletter SuperHuman, agora em conversa. Se tens um negócio e estás farto de o levar sozinho às costas, este sítio é para ti.
Episódios

Estas 5 automações de IA poupam-me 20 horas por semana
A inteligência artificial chegou com a promessa de eliminar o trabalho repetitivo. O que vejo à minha volta é o contrário: mais ferramentas, mais tarefas, e muito tempo gasto a montar coisas que nunca chegam a produzir nada.
Neste episódio mostro cinco automatismos que tenho a correr no dia a dia das minhas empresas. Dois deles são rotinas simples instaladas no computador, não são agentes complex

O futuro da IA não é o ChatGPT, nem o Claude
Há muitos anos que tenho uma regra simples: tudo o que é trabalho acontece num sítio só. Nunca aceitei ter um projeto fora do Basecamp, nem com freelancers nem com equipas subcontratadas. Não é mania de organização, é proteção. Cada mudança de plataforma custa foco e leva contexto pelo caminho.
Com a inteligência artificial, esse problema voltou multiplicado. Estás no Claude, sais para o gestor de

Construí uma comunidade de IA para empreendedores
Há três anos tomei a decisão de ganhar tempo para perceber o que estava a acontecer com esta tecnologia. Entrei de cabeça: aprendi a programar, estudei os modelos por dentro, liguei-me a quem estava a construí-los. Foi aí que ficou claro que o negócio que eu tinha ia ter de ser repensado. Fechei-o. Faturava 800 mil euros por ano e dava 350 mil de lucro, e mesmo assim fechei, porque os produtos, os

A Anthropic apagou uma empresa de 60 pessoas (por email)
A Anthropic cancelou a conta de uma empresa inteira. Sessenta pessoas chegaram ao trabalho e não tinham ferramenta: sem integrações, sem skills, sem histórico de conversa. O motivo foi uma alegada violação dos termos. Meses de contexto acumulado desapareceram com um clique dado do outro lado do Atlântico.
Isto não é um acidente, é o modelo de negócio. Todas as semanas muda qual é a IA mais forte,

Como deixar de ter IA burra a trabalhar para ti
A maior parte das pessoas usa a inteligência artificial como um chat: faz uma pergunta, recebe uma resposta genérica. O que muda tudo é dar ao agente o teu contexto: o teu email, as tuas reuniões, a tua plataforma de gestão. É a diferença entre um Google mais esperto e um colaborador que trabalha ao teu lado.
Neste episódio explico como ligo o meu agente às aplicações que já uso todos os dias. Do

Pus o meu funcionário IA a trabalhar ao lado da equipa
Toda a gente quer um funcionário IA no negócio. Eu também quero, e este não é o primeiro que construo. O que quase ninguém discute é a parte que decide o resultado: onde é que esse agente trabalha. Ou obrigas a tua equipa a ir ter com ele a um chat à parte, ou o metes dentro do sítio onde a equipa já trabalha todos os dias. Escolhi a segunda.
Neste episódio conto como lá cheguei. Comecei por uma i

Se eu construísse hoje a app da minha empresa, escolhia isto
Quanto mais exploras a IA, mais oportunidades vês de criar uma aplicação interna na tua empresa. E nunca foi tão barato dar esse passo: o custo de desenvolvimento caiu a pique e a maior parte dos problemas que queres resolver já está inventada. Eu sei porque construí software antes desta era e perdi muito dinheiro nos erros do costume.
Neste episódio falo de founder para founder: as 3 formas de co

Contratei o primeiro funcionário IA da empresa
A Super Human somos duas pessoas, eu e o Tiago, e é assim que vai ficar. O maior desafio do negócio neste momento é pôr novas pessoas a descobrir o que fazemos, e nenhum de nós tem tempo para mais um canal. A resposta não foi contratar, foi construir o Gaspar, o primeiro funcionário IA da empresa.
Neste episódio explico as cinco oportunidades que vejo para resolver o problema, do formato da abertu

A IA está a fazer-me trabalhar mais, não menos
Sou o Luís Diogo, fundador da WhiteFlow e da SuperHuman, e nestes episódios documento a construção de empresas ultraeficientes com inteligência artificial. Hoje trago uma reflexão pessoal: quanto mais IA insiro no meu fluxo de trabalho, mais tempo trabalho e mais ansiedade sinto. Ao ponto de ter tido uma manhã em que, às 9h30, 135 agentes já tinham terminado um trabalho que me demoraria um mês a f

A forma mais rápida de ganhares dinheiro com IA no teu negócio
Tenho recebido a mesma pergunta de muitos founders e colegas: como é que aplicam IA no negócio deles? E reparo sempre no mesmo erro: querem começar pelas coisas novas: conteúdo, redes sociais, produtos que ainda não fazem, em vez de olharem primeiro para o que já têm.
Neste episódio explico as duas vias possíveis. A primeira é resolver um problema que já tens: uma tarefa repetitiva, um relatório,

Só existem 2 formas de implementar IA na tua empresa
Há uma conversa que se repete com founders que me pedem ajuda: querem meter inteligência artificial na equipa e esbarram sempre no mesmo problema, a adoção. Explicar as vantagens não chega. Eu próprio já parei uma empresa durante dias para passar essa visão à equipa e sei como é difícil.
Neste episódio explico as duas formas de pôr a IA a trabalhar numa empresa. A primeira é o playbook: uma coleçã

Um agente de IA gere o meu canal sozinho
Sou o Luís Diogo. Estou a construir a Super Human com uma regra simples: sermos só duas pessoas e usar IA como multiplicador em vez de contratar. Este episódio é sobre uma peça concreta dessa aposta: como estes vídeos são editados e publicados sem uma equipa.
Explico como um agente faz o trabalho que normalmente exigiria uma equipa: corta a gravação a partir da transcrição, valida, uniformiza o so

Isto é o que torna a tua empresa AI-first
Usar inteligência artificial na empresa não chega. Vejo demasiada gente a colar IA aos processos que já tinha e a ganhar 10% ou 20%, quando o verdadeiro salto está noutro sítio: em questionar cada requisito e redesenhar o processo do zero.
Neste episódio explico a minha definição de empresa AI-first. O diferencial não está no modelo, está na tua capacidade de o usar; a mesma ferramenta em mãos dif

O futuro das empresas na era da IA
Uma reflexão sobre um dos temas dos fundamentos da nossa comunidade: o futuro do trabalho e das empresas. É a minha leitura macro do que a IA está a mudar para quem constrói negócios.
Neste episódio explico a transição que mudou tudo: a IA deixou de ser algo a quem perguntamos para ser algo a quem mandamos executar. Com isso, a decisão mais crucial de um founder passou a ser onde fica o humano na

Simplifiquei a estratégia de conteúdo num único formato
Há semanas que andava preso na rigidez do YouTube. No episódio anterior expus o dilema sem o resolver. Esta semana encontrei a saída.
Neste episódio conto o raciocínio. Em vez de escolher entre a newsletter, o áudio e o vídeo, simplifiquei tudo num único formato: partilhar todos os dias o trabalho real que faço para transformar dois negócios com IA. Deixou de ser produzir conteúdo e passou a ser g

Levantei-me às 6h para um vídeo que não vou lançar
Levantei-me às 6h da manhã para mexer nos visuais de um vídeo que provavelmente não vou lançar. Não era para a empresa que me paga as contas. Era para um projeto que ainda nem sei se devia ter.
Há semanas que ando preso. Tenho dois formatos que me dão prazer genuíno, a newsletter e este áudio, mas os dois falam sempre para quem já está do outro lado. E tenho dois caminhos que trariam gente nova, o

A feature de IA que obriga a tua equipa a executar
O problema nunca foi criar processos. Foi garantir que a equipa os executa. Passei dez anos a desenhar a forma certa de fazer as coisas e a ver quase nada ser executado como tinha pensado. Neste episódio conto o que mudou isso.
Empacotei o playbook da empresa num plugin, instalado por defeito nas máquinas de toda a equipa através do plano Teams. Com instruções globais que se sobrepõem às de cada u

A última coisa que o Fable 5 me disse antes de desaparecer
Na sexta à noite tive a última conversa com o Fable 5. No sábado de manhã o modelo já não existia para mim, desligado por uma ordem do governo americano três dias depois de aparecer.
Neste episódio conto o que essa conversa me mostrou. Perguntei ao modelo porque é que protelo o YouTube há mais de três anos e, em vez de responder à pergunta, ele foi direto ao problema que eu andava a proteger. Apan

Lancei um podcast com zero trabalho (e é esse o ponto)
Este episódio nasceu de uma ideia simples: transformar estes áudios num podcast sem acrescentar uma única hora de trabalho à minha semana. Consegui. Levou-me uma manhã a montar e, a partir daí, zero trabalho recorrente. Acrescentei um passo a um fluxo que já existia e o áudio passou a chegar ao teu feed, onde quer que o ouças.
O ponto não é o podcast. É a forma como ele aconteceu. A maior parte d

Às vezes, o mais produtivo é parar
Estive umas semanas sem gravar, e há uma razão. A velocidade a que tudo está a mudar tinha-me deixado num nevoeiro: muita ansiedade e pouca lucidez para decidir. E o meu trabalho, no fundo, é decidir o dia inteiro. Quando senti que estava a chegar ao limite, fiz o que já aprendi a fazer noutras vezes: desapareci.
Fui sozinho para os Açores, sem outro objetivo a não ser andar e desligar por complet

Parei de ser o gargalo da minha operação
No episódio anterior falei de trabalhar na máquina em vez de ser eu o gargalo de toda a operação. Hoje mostro um exemplo concreto: o workflow que construí para fazer esta newsletter.
Antes disso, explico uma mudança de rota. A Superhuman nasceu para validar até onde ia o negócio de uma pessoa, mas eu não defendo essa tese. O que faz sentido é documentar o que estou a viver na WhiteFlow, com equipa

Não delegues o teu pensamento à IA
Esta semana tive de escrever, pela primeira vez, um guia de comunicação interna para a minha empresa. Não foi capricho. Comecei a ver um padrão negativo na forma como comunicávamos, e a maneira como a equipa estava a usar a IA tinha culpa nisso.
Neste episódio explico os princípios que pus nesse documento. O primeiro é que escrevemos porque nos faz pensar. A escrita é lenta, acompanha a velocidade

Copiar skills põe a tua empresa na média
Um de vocês mandou-me um email com uma pergunta simples: devo copiar skills de outros repositórios ou criar as minhas? Parecia simples, mas tinha camadas que me puseram a pensar no que defendo de verdade.
Neste episódio explico porque é que, na minha empresa, não copio skills nem processos de ninguém. Copiar otimiza para a velocidade. Eu otimizo para a qualidade. E quando toda a gente copia do mes











