
Classe Mundial
Em contagem decrescente para o Mundial de 2026, o podcast "Classe Mundial" junta alguns dos nomes que marcaram presença na maior competição de futebol, para conversas descontraídas e sem filtro com o jornalista Paulo Rico, sobre o que realmente se vive dentro do campo, e fora dele.
Episodes
Jorge Andrade: "Ninguém nos pode tirar o sonho de sermos campeões do mundo."
Por mais de 50 jogos, vestiu a camisola da seleção nacional, com grande impacto no Euro-2004, onde foi totalista, e no Mundial-2002. A boa disposição levou Scolari a chamá-lo para o Euro-2006, mesmo estando lesionado, em prol do bom ambiente do grupo. Nesta conversa com o Paulo Rico, confidencia que o grande ídolo da juventude era Fernando Couto, tendo até posters no quarto, de alguém que vir
Rui Águas: "No Mundial de '86 o ambiente não foi o que devia ser. As coisas estalaram"
Chegou ao futebol profissional numa altura em que já não esperava, apesar da bola ter sido a sua companheira fiel desde a infância. Filho de antiga glória, assume que em casa, o futebol nunca foi o tema central da família e essa educação passou-a para o filho, também ele jogador. Fala do Mundial-86 com um sorriso, já que foi a única grande competição que viveu por dentro, ao serviço da seleção. Do
Augusto Inácio: "Foi uma alegria enorme, uma honra muito grande ser escolhido para estar naquele Mundial"
Assistiu de perto a um dos golos mais memoráveis do futebol português: o de Carlos Manuel em Estugarda, que valeu o apuramento para o Mundial de 1986 e que marcou o regresso da seleção a Mundiais, vinte anos depois. Ainda hoje, diz, na brincadeira, que Carlos Manuel se enganou! Sempre direto e com muito sentido de humor, Inácio fala da forma heróica como Portugal derrotou «aqueles panzers». As per
Nuno Gomes: “Um momento que ainda hoje dói é a final do Euro 2004. Se calhar podia ter entrado em jogo mais cedo”
Não tem Gomes no nome, mas a capacidade goleadora manifestada desde os primeiros pontapés na bola, valeu-lhe a comparação com outro Gomes, o bibota. É um dos jogadores que fez a ponte entre duas gerações de ouro de Portugal, e nesta conversa com Paulo Rico, Nuno Gomes fala do pior jogo da carreira, dos melhores amigos que o futebol lhe deu, do crescimento de Ronaldo na seleção, da braçadeira de ca
Paulo Bento: "Jogar contra o meu país foi dos jogos mais difíceis que tive."
Chegou à seleção nacional já em idade adulta, mas foi a tempo de representar Portugal em grandes competições. Pode até gabar-se de ser um dos dois portugueses com papel de treinador e de jogador em Mundiais de futebol. Viveu na primeira pessoa os incidentes na meia final do Europeu, com França, e sentiu de perto o ambiente hostil com a Coreia, no Mundial de 2002. Histórias relatadas, tranquilament











