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A Beleza das Pequenas Coisas

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Expresso 452 Episódios out 24, 2026

Conversas conduzidas por Bernardo Mendonça com as mais variadas personagens que contam histórias maiores do que a vida. Ou tão simples como ela pode ser.

Episódios

Vasco Pereira Coutinho (parte 2): “Se conseguir rir até da morte, estou a tirar-lhe o poder de me esmagar”
Vasco Pereira Coutinho (parte 2): “Se conseguir rir até da morte, estou a tirar-lhe o poder de me esmagar” out 24, 2026 3233 Nesta segunda parte da conversa, o ator e humorista Vasco Pereira Coutinho fala da sua vontade de experimentar outras pistas na área da representação, e da sua urgência de acertar, de fazer tudo o que quer, com a consciência de que uma só vida não chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vasco Pereira Coutinho (parte 1): “A melancolia e a tristeza não me tiram o desejo de felicidade. Pelo contrário, lembram-me de que sou feito para ela”
Vasco Pereira Coutinho (parte 1): “A melancolia e a tristeza não me tiram o desejo de felicidade. Pelo contrário, lembram-me de que sou feito para ela” out 23, 2026 4741 É um dos atores de comédia mais populares do momento. Vasco Pereira Coutinho tornou-se conhecido através da personagem “Tia Bli”, criada nas redes sociais em 2024, com vídeos hilários que conquistaram uma multidão de fãs, até ir parar às manhã da rádio, na Renascença. Antes de se tornar ator, desejou se
Luísa Semedo (parte 2): “Não acredito em nenhuma religião, mas acredito no amor e na música. Se os extraterrestres viessem à Terra, mostrava-lhes o Prince”
Luísa Semedo (parte 2): “Não acredito em nenhuma religião, mas acredito no amor e na música. Se os extraterrestres viessem à Terra, mostrava-lhes o Prince” out 17, 2026 3579 Nesta segunda parte da conversa, a filósofa, escritora e cronista Luísa Semedo reflete sobre a empatia como forma de construir um melhor futuro, fala do namoro atual que a relaxa, da maternidade, da solidão, das amizades que resistem aos seus desaparecimentos e reclusões, e da insónia que a acompanha há anos. Partilha ainda as inquietações co
Joaquim Letria (1943-2026): “Estamos cada vez mais entregues à bicharada. Mas não culpo os jovens”
Joaquim Letria (1943-2026): “Estamos cada vez mais entregues à bicharada. Mas não culpo os jovens” out 16, 2026 5963 Durante décadas, Joaquim Letria foi figura principal da televisão e do jornalismo português. Começou no extinto “Diário de Lisboa”, passou pela BBC, em Londres, foi repórter internacional da agência “Associated Press", fundou “O Jornal”, o “Tal e Qual”, a revista “Sábado” e, na RTP, foi auto
Luísa Semedo (parte 1): “É quase impossível separar a pessoa queer que sou da pessoa crioula que também sou. Está tudo misturado. Sou uma Kuirola”
Luísa Semedo (parte 1): “É quase impossível separar a pessoa queer que sou da pessoa crioula que também sou. Está tudo misturado. Sou uma Kuirola” out 16, 2026 4535 É filósofa, investigadora, escritora e cronista. Luísa Semedo cresceu no bairro da Serafina, em Lisboa, e doutorou-se na Universidade Sorbonne, em Paris, onde defendeu uma tese sobre a ética da empatia. É também uma voz do ativismo antirracista e de outras tantas desigualdades sociais. A residir em França conta como o movimento estudantil est&aacute
Carla Madeira (parte 2): “Escrevo para lidar com a ideia do irreversível. Assusta-me quando não podemos mais alguma coisa. A felicidade é quando ainda é possível”
Carla Madeira (parte 2): “Escrevo para lidar com a ideia do irreversível. Assusta-me quando não podemos mais alguma coisa. A felicidade é quando ainda é possível” out 10, 2026 3095 Nesta segunda parte da conversa, a escritora brasileira Carla Madeira recorda como foi o seu caminho até se tornar a escritora de ficção mais lida do Brasil. Revela ainda o seu processo criativo, o denominador comum que unifica a sua obra literária e explica a razão de escrever para lidar com a ideia de irreversibilidade que tanto a apavora. Depois fala da sua pr
Carla Madeira (parte 1): “Somos complexos, confusos, misturados. Não somos só bem ou mal. Como escritora interessa-me explorar essa condição humana”
Carla Madeira (parte 1): “Somos complexos, confusos, misturados. Não somos só bem ou mal. Como escritora interessa-me explorar essa condição humana” out 9, 2026 4751 Ela é a escritora de ficção mais lida do Brasil. O que, atendendo à dimensão do seu país, não é dizer coisa pouca. Este verão lançou o novo romance, “Quando”, que rapidamente chegou ao top de vendas brasileiro. Carla Madeira é um fenómeno literário desde o seu livro de estreia “Tudo &eacute
Luca Argel (parte 2): “Sou otimista por escolha, não por natureza. É fundamental não abrirmos mão dos sonhos, do encanto, da poesia. A arte pode ser útil nesse exercício”
Luca Argel (parte 2): “Sou otimista por escolha, não por natureza. É fundamental não abrirmos mão dos sonhos, do encanto, da poesia. A arte pode ser útil nesse exercício” out 3, 2026 4144 Nesta segunda parte da conversa, o músico e cantautor Luca Argel começa por dar conta do que diria ao país e aos portugueses e aos brasileiros e ao Brasil no seu livro de reclamações. Luca afirma-se optimista por decisão, embora não veja o amanhã do mundo com os melhores olhos. Depois reflete na importância da reinvenção d
Luca Argel (parte 1): “A vida não acontece, não se dá, se não houver espaço para a surpresa, para o inesperado. É preciso haver uma casa vazia no tabuleiro”
Luca Argel (parte 1): “A vida não acontece, não se dá, se não houver espaço para a surpresa, para o inesperado. É preciso haver uma casa vazia no tabuleiro” out 2, 2026 4372 Luca Argel é a prova viva de que a música de intervenção em Portugal está bem e de boa saúde, bem servida de poesia, arte e questionamento. Este ano, o músico e cantautor lançou novo álbum, “O Homem Triste”, produzido por Moreno Veloso. Ao longo de nove canções inéditas, Luca navega pelo labirinto de si
Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas”
Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas” set 26, 2026 4425 Nesta segunda parte da conversa, a pianista Joana Gama conta como passou a viver a música e o palco como um prolongamento da sua vida, e reflete como se passou a relacionar com a falha e como treina a mente para as suas atuações e performances. Depois fala da experiência cheia de inesperados com o Toy Piano nos espetáculos para crianças, na “Trilogia
Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir”
Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir” set 25, 2026 4682 É uma das pianistas portuguesas mais incontornáveis deste tempo. Não só pela forma como aborda a música e a interpreta, mas também como a envolve noutras artes como a dança, a fotografia, o teatro ou o cinema. Do seu percurso eclético fazem parte as criações com Victor Hugo Pontes e Luís Fernandes, a composiç&atild
Lucélia Santos (parte 2): “Acima do ser humano, luto pela floresta. É o que pode dar vias de sobrevivência a tudo o que vive”
Lucélia Santos (parte 2): “Acima do ser humano, luto pela floresta. É o que pode dar vias de sobrevivência a tudo o que vive” set 19, 2026 2564 Depois de tantos anos na luta de tantas causas e tantos embates como consegue a atriz Lucélia Santos preservar essa capacidade quase infantil de se encantar com o mundo? Nesta segunda parte da conversa, a atriz revela como preserva um certo encantamento pelas coisas, e como se resguarda do que não gosta. Lucélia recorda alguns dos seus êxitos do passado e um certo filme

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