
Coisa Que Não Edifica Nem Destrói
Experiência social conduzida por Ricardo Araújo Pereira, que fala sozinho durante bastante tempo sobre temas que o entusiasmam mas que talvez não interessem a mais ninguém. Por vezes, aborrece convidados com essas suas paixões. O objetivo é conquistar o maior número possível de ouvintes, numa lógica viral semelhante à do ovo que bateu recordes de 'likes' no Instagram. A capa é de Vera Tavares, a música de Rodrigo Leão e a sonoplastia de João Martins. O podcast está disponível em todas as plataformas, na SIC, na SIC Notícias e no Expresso.
Episódios

O Princípio da Inquietação: Expresso lança podcast que quer pôr os portugueses a pensar
Vem aí o primeiro podcast do Expresso dedicado à Filosofia. O Príncipio da Inquietação é um podcast onde pensar é um verbo que se exercita a sós e em conversa. Filósofos nacionais e internacionais refletem em voz alta sobre o medo, enquanto Catarina G. Barosa, fundadora do Festival Internacional de Filosofia, Espanto, e David Erli

Episódio especial no Fólio: sobre uma coisa perigosa, chata e excelente (com Joana Marques e José Mário Silva)
No Fólio – Festival Literário Internacional de Óbidos, Ricardo Araújo Pereira conversa com a humorista Joana Marques, com moderação do jornalista José Mário Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Episódio especial na Flip: sobre roçar a língua de Camões (com Caetano Galindo e Janaisa Viscardi)
Na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, com o apoio da Embaixada de Portugal no Brasil e de Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Ricardo Araújo Pereira conversa com o escritor e tradutor Caetano Galindo, com moderação da autora Janaisa Viscardi. Dois pensadores da língua, um de cada lado do oceano, para

Tempo e Memória em Marcel Proust. Oiça aqui o quarto episódio do podcast Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira
Neste episódio sobre o tempo e a memória em Marcel Proust, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira revoltam-se contra certos urinóis, examinam a representação do vomitado na arte medieval e celebram a popularidade da expectoração lusitana no estrangeiro. Apresentam argumentos irrefutáveis que põem

Tomografia Axial Computorizada. Oiça aqui o terceiro episódio do podcast Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira
Neste episódio sobre tomografia axial computorizada, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira falam acerca de toxicodependência na segunda guerra mundial, alcoolismo na segunda guerra mundial, azar na segunda guerra mundial e borbulhas no rabo. Recordam ainda os tempos áureos da hipocondria e recomendam a certas celebridades que experimente

Empirismo Inglês do Século XVII. Oiça o segundo episódio do podcast de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e José Diogo Quintela
Neste episódio sobre empirismo inglês do século XVII, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre o sono do Papa, snobismo rodoviário e cães que se melindram com piadas. Orçamentam os estragos que um vídeo de um minuto da autoria de Joana Marques poderá ter causado a dois cantores. No fim, rec

Revolução Cultural Chinesa. Oiça aqui o novo podcast de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e José Diogo Quintela
Neste episódio sobre a revolução cultural chinesa, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre um fenómeno chamado caradenabismo. Com coragem, denunciam casos de reles aldrabice nutricional. Revelam ao grande público interessantes aspectos da sua vida pessoal. Reprovam, com o mais veemente repúdio, a utili

Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira. É este o trailer do novo podcast de Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela e Miguel Góis
Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira falam semanalmente sobre assuntos. É possível que, a propósito de qualquer coisa, citem um sketch do Gato Fedorento e recordem o modo como surgiu a ideia e as circunstâncias em que o gravaram. Estreia-se a 26 de março, no site da SIC, SIC Notícias e Expresso, e em todas as plataf

Especial ao vivo PodFest com Isto é Gozar com Quem Trabalha: sobre sátira política
Ricardo Araújo Pereira fala na companhia de sete outras pessoas sobre sátira política. São elas: Cátia Domingues, Cláudio Almeida, Guilherme Fonseca, Joana Marques, Manuel Cardoso, Miguel Góis e Zé Diogo Quintela. Trata-se novamente de um “especial” num “festival” com “público”.See omnystudio.com/lis

Sobre ser um palhaço (com Pedro Mexia)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre loucos e palhaços, passe o pleonasmo. Cita um autor brasileiro para o qual loucura é sensatez, e sensatez é loucura. Dedica algum tempo à etimologia da palavra delirar, pretendendo daí retirar uma conclusão interessante. Tal não se verifica. Lê uma passagem de um livro de um autor israelita na q

Sobre palavras (com Miguel Góis e José Diogo Quintela)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre uns barulhos muito engraçados que se chamam palavras. Cita um romance português, uma peça americana, um estudo científico inglês e um livro brasileiro. Faz uma proposta muito interessante aos ouvintes do podcast. No fim, conversa com Miguel Góis e José Diogo Quintela sobre lusco-fusco, malbaratar e intu

Episódio especial: sobre riso, lágrimas e cura (com Whoopi Goldberg)
Whoopi Goldberg, vencedora de um Emmy, um Grammy, um Oscar, um Tony, dois Globos de Ouro e do Mark Twain Prize for American Humor, conversa com Ricardo Araújo Pereira, vencedor do troféu de melhor marcador do campeonato inter-turmas do Externato da Luz, em 1989, ao serviço do 9° B.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Episódio especial: sobre uma história muito séria (com Carlos Vaz Marques e Jeremy Dauber)
Jeremy Dauber (autor de “Os Judeus e a Comédia - Uma História Muito Séria”), Carlos Vaz Marques (editor da versão portuguesa do livro), e Ricardo Araújo Pereira (que gosta de conviver), falam sobre judeus e humor. Infelizmente, a conversa decorre em inglês, língua que só um deles fala correctamenteSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre ser e não ser (com Guilherme Fonseca)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre as vantagens e os inconvenientes de estar morto. Alega que determinada categoria de pessoas não está exactamente viva nem morta. Põe a tocar uma música sobre estar e não estar, cantada por uma pessoa que pertence à categoria já referida. Recorda um interessante debate sobre o sentido de humor do Super-Homem. Fala de um herói que é e não é várias coisas. No

Sobre o maior humorista português (com Carlos Maria Bobone)
Ricardo Araújo Pereira faz uma acusação grave a Luís Vaz de Camões. Tenta justificar-se apresentando o que alega serem provas. Cita sonetos, vilancetes, endechas e esparsas. Mete o nariz na correspondência alheia. Felicita o príncipe dos poetas por ter incluído na epopeia um momento menos épico. No fim, fala com Carlos Maria Bobone conseguindo demonstrar que é possível introduzir, numa conversa er

Sobre o povo escolhido (com Daniel Blaufuks)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre pessoas que sofreram as piores agruras e, não tendo outra alternativa, reagiram rindo. Resume um livro da Bíblia parecido com os Looney Tunes. Depois, pergunta a Daniel Blaufuks até que ponto a índole de um povo se revela em piadas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre bonecos (com Pedro Piedade Marques)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre desenhos malvados. Refere bonecos que irritaram políticos corruptos do século XIX e ditadores sanguinários do século XX. Fala de uns bonecos muito ofensivos para uma pessoa que afinal não se ofendeu de todo. Lembra que Deus também não gosta de ser desenhado. Recorda um caso em que 12 bonecos provocaram a morte de centenas de pessoas. Depois, conversa com P

Sobre metade da Humanidade (com Mariana Cabral)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre um homem que está convencido de que os homens procuram o riso das mulheres. Depois, cita uma mulher que está convencida de que os homens temem o riso das mulheres. Dá vários exemplos de mulheres que riem perigosamente. No fim, conversa com Mariana Cabral sobre isto de ser do sexo feminino.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre o melhor remédio (com Manuel Neves)
Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre a divertida prática ancestral que consiste em escarnecer de médicos. Cita uma peça do século XVII sobre um doente imaginário escrita por um doente verdadeiro. Lê epigramas satíricos de um poeta setubalense que também desconfiava da medicina. Relata uma epidemia de riso ocorrida em África

Más notícias
Vem aí a segunda temporada da experiência social em que Ricardo Araújo Pereira fala sozinho durante bastante tempo sobre assuntos que o entusiasmam muito mas talvez não interessem a mais ninguém. Às vezes, aborrece convidados. Objectivo é obter o maior número possível de ouvintes, como quando aquele ovo era a fotografia com mais likes do Instagram. A capa de 'Coisa Que Não Edifica Nem Destrói' é d

Sobre discorrer chatamente (com Cátia Domingues, Cláudio Almeida, Guilherme Fonseca, Joana Marques, Manuel Cardoso, Miguel Góis e Zé Diogo Quintela)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre comédia na companhia de sete outras pessoas que gostam de discorrer chatamente sobre comédia. São elas: Cátia Domingues, Cláudio Almeida, Guilherme Fonseca, Joana Marques, Manuel Cardoso, Miguel Góis e Zé Diogo Quintela. Ou seja, infelizmente trata-se de um “especial”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre o meu corpo (com José Raposo)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre a graça de cair. Faz referência a dois grandes comediantes do século XX que achavam piada a estar em apuros. Cita um escritor espanhol que enumera várias maneiras de andar. No fim, conversa com José Raposo sobre os velhos tempos da revista e a figura do compère. A não perder.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre coisas leves e pesadas (com Gregório Duvivier)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre vários poemas, um dos quais fala de gás engarrafado. Depois, concentra-se num soneto em que toda a gente é aldrabona, o que parece indicar que a própria vida é uma aldrabice. No fim, conversa com Gregório Duvivier sobre estratégias para tornar leves coisas pesadas. A não perder.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre uma coisa engraçada que me aconteceu a caminho da sepultura (com Maria Sequeira Mendes)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre sepulturas hilariantes. Cita um bispo do século IV que gosta muito de medo. Depois, tenta convencer-nos de que um poeta inglês e um príncipe dinamarquês demonstram que é ajuizado rir da morte. No fim, conversa com a professora Maria Sequeira Mendes sobre um senhor de collants que fala com uma caveira. A não perder.See omnystudio.com/listener for pri

Sobre viagra espiritual (com José Tolentino Mendonça)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre uma tradição eclesiástica que pretendia provocar nos fiéis uma euforia que estivesse à altura da notícia da ressurreição. Revela um episódio doméstico bastante desinteressante. Fala de dois teólogos do século XVI e de um padre do século XVII. No fim, conversa com o cardeal José Tolentino Mendonça sobre carnaval no púlpito. A não perder.See omnystudi

Sobre pugilismo (com Pedro Kol)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre um argentino que os outros tinham dificuldade em magoar. Recorda um nazi muito bonzinho que era contra certas piadas, por serem malvadas. Distingue entre vários tipos de crueldade. Fala das vantagens de não ter coração. A seguir, conversa com Pedro Kol acerca de uma actividade em que se tolera um certo tipo de agressividade que não é aceitável na vi

Sobre rir de tudo e rir de nada (com Joana Marques)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre uma personagem fictícia do século XVIII que quer rir de tudo e um bispo real do século IV que não ri de nada. Compara o escritor Dinis Machado com a personagem de banda desenhada Deadpool. Encoraja os ouvintes a contemplarem brincadeiras de cães para perceberem melhor o fenómeno humorístico. Discute as opiniões de um filósofo progressista do século

Sobre esses malandros (com António Prata)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre um turco do século XIII. Conta dez histórias. A propósito de humor refere, sem que se perceba porquê, o golo de Carlos Alberto na final do campeonato do mundo de 1970. Lê, com sotaque português, um texto escrito em português do Brasil, o que se revela catastrófico. No fim, fala com António Prata sobre malandragem em geral e sobre malandragem brasile

Sobre políticos e palhaços (com António Feijó)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre duas personagens de uma peça inglesa do século XVI. Organiza um teatrinho em que faz de Falstaff e intima uma pessoa respeitável a fazer de Príncipe Hal. Engendra uma teoria segundo a qual reinar é diferente de reinar. Cita diversos casos em que as previsões sobre o extraordinário poder do humor não se concretizaram. No fim, fala com o professor Ant

Sobre bater em humoristas (com Cristina Sampaio)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre uma lei medieval que dava a cidadãos ofendidos o direito de espancar e matar um determinado tipo de criminoso. Depois avança 800 anos e verifica que no nosso tempo continua a ser possível espancar impunemente certos engraçadinhos. Lê um bocado de um livro checo e outro de um autor francês que levou três tiros. Refere algumas piadas que assassinaram

Sobre moscas (com Tati Bernardi)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre um bicho reles, inútil e sujo, e no fim descobre que esteve a falar de si próprio. Antes de chegar a essa conclusão pouco surpreendente, revela conhecer em profundidade o pensamento de um autor grego, de um autor romano, de um autor guatemalteco, de um autor espanhol, de um autor sueco e de um autor americano – mas esse pensamento é sempre sobre mos

Sobre uma coisa importantíssima que ninguém sabe bem o que é (com Miguel Góis e José Diogo Quintela)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre pausas, cadências, hesitações e silêncios. Também fala um bocado sobre vírgulas. Elabora uma metáfora que envolve uma fisga. Usa as biografias de grandes humoristas para escarnecer de quem julga ter nascido ensinado. No fim, junta-se a Miguel Góis e José Diogo Quintela com o objectivo de definir com precisão um conceito e falha. Lamenta profundament

Sobre cozinhar bebés (com Nuno Amaral Jerónimo)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre as reacções a uma piada de 2021, a um panfleto de 1729 e a um desenho de 2008. No fim, conversa com o professor Nuno Amaral Jerónimo sobre a diferença entre uma coisa e a representação dessa coisa. A não perder. A bibliografia deste episódio está disponível nos sites da SIC e do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sobre xixi e cocó (com Jorge Sousa Braga)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre um bobo do século XII especializado em ventosidade. Lê um bocado de um livro francês em que as personagens comem muito e defecam mais ainda. Desenvolve uma teoria sobre a condição humana e os excrementos. Ao contrário do prometido, quase não fala de xixi. Faz referência a um debate entre padres medievais sobre a digestão de Deus. No fim, conversa co

Sobre medo (com Verena Alberti)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre alguns mitos gregos e faz sobre um deles um flagrante exercício de sobreinterpretação, já depois de ter difamado Lord Byron. A seguir, lê um bocado de um livro italiano em que dois monges discutem. No fim, conversa com a professora Verena Alberti sobre o que distingue animais, humanos e deuses. A não perder. A bibliografia deste episódio está dispon

Sobre isto (com Abel Barros Baptista)
Ricardo Araújo Pereira discorre chatamente sobre a evolução semântica da palavra humor. Fala as línguas latina, francesa, inglesa e portuguesa, nenhuma delas correctamente. Faz referência a Santo Isidoro de Sevilha, para gáudio de todos. Lê um longo excerto de um livro brasileiro. Num momento histórico, profere a palavra “sátrapa”, provavelmente pela primeira vez na história dos podcasts portugues

Coisa que não edifica nem destrói
Experiência social em que Ricardo Araújo Pereira fala sozinho durante bastante tempo sobre assuntos que o entusiasmam muito mas talvez não interessem a mais ninguém. Às vezes, aborrece convidados. Objectivo é obter o maior número possível de ouvintes, como quando aquele ovo era a fotografia com mais likes do Instagram. A capa de 'Coisa Que Não Edifica Nem Destrói' é de Vera Tavares, a música de Ro











